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Sueco vence 500 Milhas de Indianápolis por 23 milésimos; Collet bate, e Castroneves é o 25º

Estreante na prova, o brasileiro Caio Collet sofreu uma forte colisão no muro no final da prova, mas deixou o carro sozinho. Ele conseguiu o 10º...

Publicado em

Por Agência Estado

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O sueco Felix Rosenqvist, da Meyer Shank Racing, venceu as 500 Milhas de Indianápolis neste domingo em um final de prova emocionante. Ele conseguiu a ultrapassagem sobre o norte-americano David Malukas nos metros finais e chegou 23 milésimos à frente do rival. Scott McLaughlin terminou na terceira posição, 420 milésimos atrás de Rosenqvist. Foi a chegada mais apertada em 110 edições da tradicional corrida.

Estreante na prova, o brasileiro Caio Collet sofreu uma forte colisão no muro no final da prova, mas deixou o carro sozinho. Ele conseguiu o 10º tempo na formação do grid, mas uma irregularidade técnica em seu carro valeu uma punição que o levou ao final do pelotão, no 32º e penúltimo lugar.

Collet fez uma corrida com uma estratégia de pit stops diferente da maioria dos pilotos, chegou a liderar a corrida e ocupava a 12ª posição quando acertou o muro. Tetracampeão das 500 Milhas, Hélio Castroneves teve problemas mecânicos no final da prova e terminou em 25º. Castroneves é sócio minoritário da Meyer Shank Racing.

Alexander Rossi, que largou na segunda posição com uma lesão no tornozelo, trocou de posição com o pole, o espanhol Álex Palou, algumas vezes nas primeiras voltas. A primeira bandeira amarela aconteceu na 18ª das 200 voltas previstas. O experiente Ryan Hunter-Reay, de 45 anos e vencedor das 500 Milhas em 2014, perdeu o controle de seu carro sozinho e rodou. A britânica Katherine Legge, que vinha atrás, acabou atingida e parou no muro.

Alguns pilotos aproveitaram a bandeira amarela para a primeira rodada de pit stop. Collet foi um dos quatro que permaneceram na pista e assumiu a terceira posição. A liderança ficou com Rinus VeeKay, da Holanda. A relargada aconteceu na 27ª volta, mas Ed Carpenter, após disputa com o japonês Takuma Sato, também foi parar no muro e provocou nova bandeira amarela.

VeeKay foi para os boxes, deixando a liderança para o francês Romain Grosjean, seguido pelo brasileiro Collet. Castroneves aparecia na 14ª posição. Na 32ª volta, Collet aproveitou a relargada e assumiu a liderança. Nas voltas seguintes, trocou de lugar algumas vezes com Palou e Conor Daly, piloto da casa.

Collet sustentou o primeiro lugar até a 41ª volta, quando fez sua primeira parada. Ele voltou na 29ª posição, enquanto Castroneves ocupava o 12º lugar. Na liderança, Palou chegou para completar uma volta de vantagem sobre Collet um pouco antes dos 25% da corrida, mas ficou atrás do brasileiro e de Grosjean, aproveitando o vácuo.

Uma nova rodada de pit começou na 62ª volta. Collet subiu para a 16ª posição, logo atrás de Castroneves. Palou voltou a liderar, mas pouco depois foi superado por Scott Dixon, no 70º giro. Os dois carros da Chip Ganassi foram se revezando na liderança. Grosjean e Collet fizeram suas paradas e voltaram nas últimas posições.

Will Power teve problemas no seu carro, rodou e provocou nova bandeira amarela. Rossi também sofreu falha mecânica e abandonou. Ainda sob bandeira amarela, na 102ª volta, a preocupação era com a possibilidade de chuva, que provocaria a interrupção da prova ou até mesmo sua conclusão, já que os pilotos haviam completado mais da metade do percurso previsto (200 voltas).

Na 106ª volta, a bandeira vermelha foi acionada, provocando a paralisação da corrida, que tinha a liderança de Dixon. Castroneves era o 16º, e Collet, o 27º. Após alguns giros atrás do pace car, a corrida foi retomada na 110ª volta.

David Malukas, dos EUA, assumiu a ponta, seguido por Palou e Daly. Castroneves ocupava a 13ª posição, e Collet, a 19ª. Nova bandeira amarela foi agitada pela direção de prova na 116ª volta, quando a chuva voltou a atingir parte do Indianapolis Motor Speedway.

A corrida ficou neutralizada até a 125ª volta, mas pouco antes da relargada Josef Newgarden, campeão das 500 Milhas em 2023 e 2024, errou o traçado, perdeu o controle da Penske e foi em direção ao muro.

A relargada na 132ª volta foi disputada por cinco carros praticamente lado a lado. Daly assumiu a ponta, seguido por Palou. Scott McLaughlin, da Penske, também chegou a liderar a corrida, e os três foram se revezando na frente. Os brasileiros ocupavam a nona (Castroneves) e a 21ª posição.

Malukas chegou a cair para quinta posição, mas voltou a liderar na 147ª volta, pouco antes de ir aos boxes. Palou e McLaughlin pararam na volta seguinte. O sueco Felix Rosenqvist, que aproveitou as bandeiras amarelas para ir aos boxes, assumiu o primeiro lugar, mas com os pneus mais desgastados.

A 34 voltas do final, Malukas era o líder e tinha atrás Palou e McLaughlin. O mexicano Pato
O’Ward e Rosenqvist, teoricamente sem novas paradas programadas, eram quarto e quinto. Com novo pit dos líderes na 177ª volta, O’Ward e Rosenqvist assumiram os primeiros lugares. Com menos de 20 voltas para o fim das 500 Milhas, Collet aparecia na nona colocação, e Castroneves, na 24ª.

A comunicação entre pilotos e equipes passou a tratar da economia de combustível para conseguir terminar a corrida. Na 185ª volta, Rosenqvist ultrapassou o mexicano. Ambos tinham mais de quatro segundos de vantagem para Marcus Armstrong, o terceiro colocado.

A diferença de Rosenqvist para Armstrong caiu para menos de três segundos a 10 voltas para o final. Dois giros depois, Collet sofreu uma batida violenta. O carro apresentou fogo enquanto deslizava na pista. A prova foi interrompida com a bandeira vermelha. O brasileiro ocupava a 12ª posição e deixou o carro sozinho.

A relargada aconteceu faltando 5 voltas para o fim, com Rosenqvist na frente, seguido por O’Ward, Armstrong, Malukas, Grosjean e Palou. Armstrong assumiu a ponta, seguido por Malukas e Rosenqvist, mas nova bandeira amarela foi acionada logo depois.

Na volta final, na última relargada Malukas aproveitou o vácuo e assumiu a ponta. Rosenqvist não conseguiu ganhar posição, mas veio no embalo de Armstrong, passou pelo adversário e conseguiu a ultrapassagem para vitória nos últimos metros antes da linha de chegada.

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