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Imagem referente a Familiar de preso envia 200 gramas de cocaína misturada em farinha à Penitenciária de Francisco Beltrão

Familiar de preso envia 200 gramas de cocaína misturada em farinha à Penitenciária de Francisco Beltrão

A droga foi encontrada por cães farejadores durante inspeção em caixas que chegaram por Sedex...

Publicado em

Por Luiz Oliveira

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Imagem referente a Familiar de preso envia 200 gramas de cocaína misturada em farinha à Penitenciária de Francisco Beltrão

Agentes do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) e policiais civis de Francisco Beltrão, sudoeste do estado, apreenderam, na tarde desta quinta-feira (13/08), mais de 200 gramas de cocaína que estava misturada em pacotes de farinha. O material, enviado pelo Sedex, teria um dos presos da Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão (PFB) como destino.

“Mais uma vez, solicitamos o auxílio de cães farejadores para fazer a vistoria de todas as encomendas enviadas por familiares a presos da Penitenciária de Francisco Beltrão. Novamente, o apoio se mostrou efetivo e necessário. Se não fosse por isso, poderia passar batido pela revista, mostrando assim a eficácia do emprego dos cães farejadores na localização de drogas”, afirmou o coordenador regional do Depen, Antonio Marcos Camargo de Andrade.

Desta vez, segundo ele, em meio a mais de 100 caixas recebidas, os cães farejadores do Núcleo de Operações com Cães (NOC) da Polícia Civil, indicaram a presença de drogas em duas caixas.

“Ao abrirem as caixas, os policiais e agentes localizaram, em seu inteior, diversos alimentos. Ao vistoriarem os pacotes de farofa contidos nas duas caixas, acharam suspeita a presença de pequenas pedras no meio da farofa”, afirmou Antonio Marcos.

Neste momento, os profissionais aplicaram um reagente químico que indica a presença de cocaína. “Imediatamente, o reagente pingado nas pedras que estavam envoltas com farofa acusou positivo para a droga”, contou o coordenador regional.

Antonio Marcos lembra que o envio destes itens pelo serviço do Correio somente é feito por pessoas que tem carteira de visitas, ou seja parentes ou amigos dos preso, com identificação fora da caixa da encomenda. “O nome dessa pessoa é automaticamente repassado às autoridades, para que sejam iniciadas as investigações. Ela pode ser condenada por tráfico de drogas, cuja pena varia de cinco a 15 anos de prisão”, destacou Antonio Marcos.

Já o preso a quem é destinada a encomenda, responde por falta disciplinar e têm suspenso os benefícios do recebimento de entregas do Sedex e de visitas (neste momento, virtuais).

O texto é da Assessoria de Comunicação do Depen.

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