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Imagem referente a Relatório das receitas e despesas do governo é preocupante, diz Gurgacz
Crédito: Tv Senado

Relatório das receitas e despesas do governo é preocupante, diz Gurgacz

De acordo com o senador, o relatório apresentado destaca que a aprovação de créditos extraordinários e a queda de receita por conta da pandemia da covid-19 poderão elevar ainda mais o deficit primário de 2020...

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Por CGN 2

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Crédito: Tv Senado

Em pronunciamento, nesta quinta-feira (13), o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) disse que o relatório bimestral de avaliação das receitas e despesas primárias enviado ao Congresso Nacional pelo Ministério da Economia, no dia 22 julho, traz algumas informações que são motivo de preocupação, tanto para o governo federal, quanto para os parlamentares.

De acordo com o senador, o relatório apresentado destaca que a aprovação de créditos extraordinários e a queda de receita por conta da pandemia da covid-19 poderão elevar ainda mais o deficit primário de 2020, que poderá chegar a R$ 787 bilhões neste ano, fazendo o Estado brasileiro gastar mais do que arrecada. Prática de governos que, na sua opinião, já é crônica e de décadas.

— O aumento do deficit primário é visto com preocupação pelo governo, mas, na minha opinião, considerando a pandemia e a crise econômica, é melhor ter um deficit primário alto e proteger as pessoas e a economia do que priorizar apenas o pagamento da dívida pública. Ou seja, pagar juros aos bancos, como tem sido a prioridade do governo — afirmou.

Ao avaliar a situação provocada pela crise sanitária do ponto de vista das finanças, Gurgacz ressaltou que a recessão que afeta todos os brasileiros está apenas no início e a tendência é de se agravar ainda mais nos próximos meses, devido a previsões já apontadas pelo Ministério da Economia e pelo mercado financeiro.

— Defendo, por isso, a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 até o final deste ano e sua transformação num programa permanente de renda mínima. Num programa de Estado, e não num programa de governo. Repito, isso pode até representar um aumento nas despesas do governo e no deficit primário. Mas entendo que, dessa forma, o governo pode evitar uma redução na arrecadação, além de aquecer o comércio e toda a nossa economia. Considero razoável o aumento do deficit primário em ano de pandemia, quando precisamos salvar vidas, socorrer as pessoas e as empresas que as empregam — declarou.

Informações Assessoria do Senado Federal.

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