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Imagem referente a Sessão na Câmara de Toledo inicia tensa com possibilidade de cassação de vereadores condenados
Foto: Kelvin Polasso - Toledo News

Sessão na Câmara de Toledo inicia tensa com possibilidade de cassação de vereadores condenados

A movimentação intensa na Câmara aconteceu poucas horas após a divulgação da sentença da 1ª Vara Criminal de Toledo, assinada pelo juiz Murilo Conehero Ghizzi. O...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Sessão na Câmara de Toledo inicia tensa com possibilidade de cassação de vereadores condenados
Foto: Kelvin Polasso - Toledo News

A Câmara Municipal de Toledo viveu uma das sessões mais tensas dos últimos anos na tarde desta segunda-feira (18). Com o plenário completamente lotado e um forte esquema de segurança montado pela Polícia Militar e Guarda Municipal, os vereadores analisaram, em primeiro turno, os pedidos de cassação dos mandatos de Dudu Barbosa (MDB) e Valdomiro Bozó (PL), ambos já afastados das funções.

A movimentação intensa na Câmara aconteceu poucas horas após a divulgação da sentença da 1ª Vara Criminal de Toledo, assinada pelo juiz Murilo Conehero Ghizzi. O documento, acessado nesta segunda-feira, condena Dudu Barbosa e Valdomiro Bozó a sete anos, nove meses e 10 dias de prisão, além de multa e perda dos cargos públicos, pelo crime de corrupção passiva. Apesar da condenação, os dois poderão recorrer em liberdade, mas seguem proibidos de exercer o mandato.

Diante do clima de tensão e grande presença de público, a sessão contou com reforço policial dentro e fora do prédio do Legislativo. A expectativa era alta, já que o desfecho do processo de cassação pode marcar um novo capítulo na política local.

Os pedidos de cassação analisados pela Câmara têm como base uma representação que aponta supostas violações aos princípios da administração pública. Segundo denúncia do Ministério Público do Paraná, Dudu Barbosa e Valdomiro Bozó teriam solicitado R$ 300 mil ao empresário Gilberto Allievi, da Toledo Energia Renovável Ltda., para aprovar um projeto de lei relacionado à instalação de uma usina hidrelétrica na cidade.

A sentença judicial destaca que o pedido de propina aconteceu durante uma reunião em 31 de outubro de 2024, no gabinete da presidência da Câmara. Entre as provas, estão uma gravação feita pelo empresário, a retirada dos celulares dos participantes e a divisão do valor entre sete pessoas.

Com a votação em andamento, a expectativa é que a Câmara finalize o processo de cassação nos próximos dias, colocando fim ao mandato dos vereadores já condenados pela Justiça.

As informações são do Toledo News.

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