
Parteiras ganham destaque em data que celebra o cuidado humanizado no nascimento
Um cuidado que atravessa gerações A atuação das parteiras é uma das práticas mais antigas da humanidade, presente em diversas culturas ao longo da história. Muito antes...
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Por Redação

Dia Internacional da Parteira valoriza profissionais essenciais no cuidado com a vida
Celebrado em 5 de maio, o Dia Internacional da Parteira destaca a importância dessas profissionais no acompanhamento da gestação, do parto e do pós-parto, desempenhando um papel fundamental na promoção da saúde materna e neonatal. Em diferentes partes do mundo, as parteiras são responsáveis por garantir um cuidado mais próximo, humano e acolhedor às gestantes.
Um cuidado que atravessa gerações
A atuação das parteiras é uma das práticas mais antigas da humanidade, presente em diversas culturas ao longo da história. Muito antes da estrutura hospitalar moderna, eram elas as responsáveis por auxiliar no nascimento de crianças, utilizando conhecimentos tradicionais transmitidos entre gerações.
Atualmente, esse saber ancestral se soma à formação técnica e científica, fortalecendo a atuação de enfermeiras obstétricas e parteiras profissionais dentro dos sistemas de saúde.
Humanização do parto e protagonismo da mulher
Nos últimos anos, o debate sobre o parto humanizado ganhou força, e as parteiras passaram a ter ainda mais relevância nesse contexto. O modelo prioriza o respeito ao corpo da mulher, suas escolhas e o processo natural do nascimento, reduzindo intervenções desnecessárias.
Organizações como a Organização Mundial da Saúde reconhecem que o acompanhamento por profissionais qualificados, incluindo parteiras, é essencial para reduzir riscos e melhorar os índices de saúde materna e infantil.
Desafios e reconhecimento da profissão
Apesar da importância, a profissão ainda enfrenta desafios, como a falta de valorização em algumas regiões e a necessidade de maior integração com os sistemas de saúde pública.
O Dia Internacional da Parteira surge como uma oportunidade de reconhecimento, reforçando que investir nesse tipo de cuidado é também investir na vida, na dignidade e na segurança de mães e recém-nascidos.
Fontes e referências:
Organização Mundial da Saúde (saúde materna e neonatal), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), materiais institucionais sobre parto humanizado e formação de parteiras.
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