
“Muita energia envolvida”, diz tenente sobre acidente que matou casal na Av. Tancredo Neves
De acordo com as informações apuradas no local, um veículo Audi colidiu violentamente contra um poste de grande porte, que chegou a ser arrancado da base...
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Por Redação

Um grave acidente de trânsito registrado na madrugada desta sexta-feira (1º), na região das ruas Tancredo Neves com Vitória, em Cascavel, terminou com a morte de um casal.
De acordo com as informações apuradas no local, um veículo Audi colidiu violentamente contra um poste de grande porte, que chegou a ser arrancado da base devido à força do impacto. Na sequência, o carro ainda atingiu uma árvore, ficando completamente destruído.
Impacto extremo e cenário de destruição
O tenente do Corpo de Bombeiros, Alex Boni, explicou que a violência da colisão foi determinante para o desfecho trágico.
“A energia envolvida foi muito grande. Esse tipo de situação demonstra que houve uma transferência muito alta de força para as vítimas”, afirmou.
Segundo ele, a intensidade do impacto pode estar relacionada à velocidade, embora não seja possível afirmar se houve excesso.
“Esse é um princípio básico da física. A velocidade é o principal fator quando falamos em energia em um impacto”, destacou.
Vítimas e evolução do atendimento
Ainda conforme o tenente, uma das vítimas, uma mulher, já estava em óbito no momento da chegada das equipes. O condutor, um homem, foi encontrado consciente, porém em estado grave.
“Ele ainda estava consciente, mas bastante agitado e com lesões muito severas”, relatou.
Apesar dos esforços das equipes, o homem não resistiu.
“Durante o atendimento, infelizmente ele evoluiu para óbito”, completou.
Resgate extremamente difícil
O oficial também ressaltou a complexidade da ocorrência, principalmente devido à deformidade do veículo.
“A deformidade era muito grande. O assoalho do carro praticamente se uniu, o que dificultou muito o acesso”, explicou.
Segundo ele, inicialmente nem mesmo era possível saber quantas pessoas estavam dentro do automóvel.
“Nós não tínhamos certeza se eram dois ou três ocupantes. Foi necessário criar espaço aos poucos para conseguir entender a situação”, disse.
Impossibilidade de reanimação
Um dos pontos mais críticos destacados pelo tenente foi a impossibilidade de iniciar manobras de reanimação no condutor.
“Nem isso nós conseguimos fazer, porque a deformidade era muito grande e impedia o acesso rápido à vítima”, afirmou.
As circunstâncias do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades competentes.
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