
Nutricionista tem 33% do corpo queimado após saco de lixo explodir
O caso aconteceu na terça-feira da semana passada (21/4). Mariana Percurssor tem compartilhado a recuperação por meio das redes sociais e fez um alerta para os...
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Uma nutricionista sofreu queimaduras graves durante uma faxina na capital goiana. Segundo ela, o acidente aconteceu quando ajudava a mãe em uma mudança, e elas queimaram alguns documentos. No entanto, um saco de lixo que estava amarrado estourou com o fogo.
O caso aconteceu na terça-feira da semana passada (21/4). Mariana Percurssor tem compartilhado a recuperação por meio das redes sociais e fez um alerta para os riscos desse tipo de queimadura, que atingiu 33% do corpo.
Acidente com fogo
Sobre a dinâmica do acidente, ela disse que tudo aconteceu de forma muito rápida e, apesar das várias queimaduras, ela afirmou que não usou álcool e que, nas sacolas que estavam no fogo, tinham apenas papéis, sem nenhum tipo de produto inflamável.
“Não tinha nada de desodorante, nada de inflamável, nada de vidro de perfume. Era papel, caixinhas, caixinha de lembrancinha, diário, essas coisas”, contou.
Segundo ela, um dos sacos que estava amarrado estourou no fogo. “Então, fez aquele barulho muito forte e veio o vapor que estava, imagino eu, dentro do saco todo em mim”, detalhou.
No primeiro vídeo postado depois do acidente, a nutricionista aparece com o rosto, o braço e o tronco enfaixados. Ela confirmou na postagem que o lado esquerdo do corpo foi o mais afetado. A nutricionista acrescentou que a barriga e partes das pernas também ficaram queimadas.
“O meu braço inteiro até aqui do lado esquerdo está todo queimado, com muitas bolhas, a minha mão, os meus dedos todos, tanto na parte de baixo quanto na parte de cima”, descreveu Mariana.
Ela está compartilhando com os seguidores do Instagram o processo de recuperação. Em vídeo publicado no domingo (26/4), ela estava sem as faixas do rosto, mas revelou que segue internada e deixou alguns alertas sobre o quadro de saúde.
Queimaduras extensas
De acordo com os relatos de Mariana, mesmo se alimentando e se hidratando bem, ela sentia um cansaço desproporcional devido à gravidade da queimadura, porque o corpo gasta muita energia para tentar se recuperar.
Segundo ela, quando a dor e o desgaste físico começaram a afetar a clareza do pensamento e o foco, ela percebeu que o tratamento domiciliar não era mais suficiente e voltou ao hospital para ser internada.
Ela alerta que o estado geral pode parecer bom logo após o acidente, mas o corpo começa a “padecer” de verdade após o terceiro dia, quando as bolhas estouram e o risco de infecção aumenta.
Em seus relatos, ela pontuou que a ausência de antibióticos e cremes específicos para hidratação profunda, em casa, foi um ponto crítico.
A nutricionista enfatizou ainda que queimaduras de grande extensão não devem ser tratadas apenas com cuidados domésticos; a internação é fundamental para o controle de dores e prevenção de infecções.
Fonte: Metrópoles
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