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Imagem referente a Comerciante é morto a tiros dentro de distribuidora; suspeita diz que agiu em legítima defesa
Foto: Marcelo Borges/Colaboração/Ric RECORD

Comerciante é morto a tiros dentro de distribuidora; suspeita diz que agiu em legítima defesa

A vítima foi identificada como Renato Alves da Silva. Ele foi atingido por dois tiros na região do tórax e morreu no local. Até o momento,...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Comerciante é morto a tiros dentro de distribuidora; suspeita diz que agiu em legítima defesa
Foto: Marcelo Borges/Colaboração/Ric RECORD

Um comerciante de 43 anos foi morto a tiros dentro da própria distribuidora de bebidas, na noite desta segunda-feira (27), na Rua Rubens Stresser, bairro Ganchinho, em Curitiba. Segundo as primeiras informações, a principal suspeita do crime é uma mulher que, pouco depois dos disparos, procurou atendimento no Hospital do Trabalhador com um ferimento de raspão. O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A vítima foi identificada como Renato Alves da Silva. Ele foi atingido por dois tiros na região do tórax e morreu no local. Até o momento, não há testemunhas diretas do crime. A mulher suspeita afirmou à polícia que atirou em legítima defesa, alegando que Renato teria disparado primeiro. Essa versão ainda está sendo apurada pelos investigadores.

Após receber atendimento médico, a mulher será encaminhada à DHPP para prestar depoimento. A identidade dela não foi divulgada oficialmente.

De acordo com o delegado Victor Menezes, uma das linhas de investigação é de que o crime teria relação com uma dívida de cerca de R$ 60 mil, referente à negociação de um imóvel. Há a suspeita de que o apartamento teria sido vendido para mais de uma pessoa, o que teria gerado um desentendimento entre Renato e a suspeita.

“São informações precárias. O crime acabou de acontecer e várias informações estão chegando. A princípio, a motivação seria uma dívida de R$ 60 mil por conta da aquisição de um imóvel, mas essa linha ainda está sendo explorada. É muito cedo para adiantar qualquer conclusão”, explicou o delegado Victor Menezes à imprensa.

A Polícia Civil informou que, até o momento, não foi confirmada a apreensão da arma usada no crime. Equipes da DHPP estão analisando imagens de câmeras de segurança da região para tentar esclarecer o que aconteceu. Nenhuma linha de investigação está descartada.

“A equipe segue em diligências para reunir mais elementos sobre o caso”, reforçou o delegado. O caso segue sob investigação.

As informações são da Banda B/RicTV Record.

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