
“A gente está com a família destruída por causa da imprudência”, diz irmã de Luciane Moreira Azarias
A manifestação foi organizada por meio das redes sociais e aplicativos de mensagens. Fernanda Moreira, irmã da vítima, conversou com a equipe da CGN durante o...
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Por Silmara Santos
Familiares e moradores do bairro Brasília, em Cascavel, realizaram um protesto pedindo mais segurança no trânsito no local onde Luciane Moreira Azarias, de 39 anos, foi atropelada e morreu. O ato aconteceu neste domingo (12), no cruzamento da Avenida das Pombas com a Rua Amarela, onde a vítima sofreu o acidente na noite de sexta-feira (10). Luciane chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Universitário, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e faleceu na madrugada de sábado.
A manifestação foi organizada por meio das redes sociais e aplicativos de mensagens. Fernanda Moreira, irmã da vítima, conversou com a equipe da CGN durante o protesto e fez um apelo emocionado por mais respeito no trânsito.
“Cascavel está virada em acidente. As pessoas não aguentam mais. Perder alguém é uma dor muito forte. A gente está com a família destruída por causa da imprudência das pessoas, que não respeitam o limite de velocidade, a faixa de pedestre, não respeitam mais nada”, desabafou Fernanda.
Moradores pedem providências
Além do protesto, moradores já haviam feito um abaixo-assinado solicitando mais fiscalização e medidas para reduzir os acidentes na região, especialmente na Avenida das Pombas, conhecida pelo grande fluxo de veículos e alta velocidade. “Providências têm que ser tomadas. Mais lombadas, mais fiscalização. Não é só pela minha irmã, são vários acidentes. Na semana do acidente dela, outra pessoa morreu na rua de baixo”, relatou Fernanda.
População cobra ação das autoridades
Os manifestantes destacam que a intenção do ato é evitar que novas tragédias aconteçam e cobram atenção das autoridades para melhorar a sinalização, instalar redutores de velocidade e aumentar a presença policial.
“Nada vai trazer minha irmã de volta, mas não queremos que mais famílias passem por essa dor”, finalizou Fernanda.
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