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Filmes ‘sociomusicais’ sobre David Bowie e Alceu Valença abrem ‘É Tudo Verdade’; veja sessões

Em São Paulo, a sessão de abertura do festival acontece nesta quarta-feira, 8, para convidados e contará com a exibição de Bowie: O Ato Final. Dirigido...

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Por Agência Estado

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Com início marcado para quinta-feira, 9, a 31ª edição do É Tudo Verdade levará 75 documentários nacionais e internacionais às telas de São Paulo e Rio de Janeiro. Neste ano, o festival contará, em suas noites de abertura, com filmes sobre dois grandes nomes da música mundial: David Bowie e Alceu Valença.

Em São Paulo, a sessão de abertura do festival acontece nesta quarta-feira, 8, para convidados e contará com a exibição de Bowie: O Ato Final. Dirigido por Jonathan Stiasny, o documentário narra as décadas derradeiras da carreira e vida do Starman, com foco especial sobre seu trabalho em Blackstar, disco de 2016 lançado apenas dois dias antes de sua morte.

Já a abertura oficial no Rio de Janeiro, na noite seguinte, trará VIVO 76, de Lírio Ferreira. O longa celebra os cinquenta anos de Vivo!, emblemático disco ao vivo de Valença e que o transformou em um dos principais ídolos do psicodelismo brasileiro.

“Ambos retratam grandes personagens da música pop contemporânea e, ao mesmo tempo, retratam como a sociedade e a cultura estavam evoluindo no mesmo momento em que esses fenômenos estavam surgindo”, afirmou Amir Labaki, diretor-fundador do É Tudo Verdade, em conversa com o Estadão.

Para ele, as duas produções dialogam justamente por mostrar momentos diferentes na vida artística de dois dos músicos mais influentes em seus gêneros.

Bowie: O Ato Final dá uma geral na trajetória do David Bowie, mas o que ele tem de mais original é como ele foca naquele último momento, naquela última fase dele, que é muito misteriosa e que a gente teve a tristíssima surpresa da morte dele”, explicou.

VIVO 76 é o contrário, no sentido de que ele revela quando o Alceu definitivamente foi descoberto e se inseriu na cultura brasileira com uma força que ele até hoje tem. Então, um é um filme de despedida e o outro é um filme de batismo.”

Brincando que Bowie e Valença podem ser “primos distantes” por causa do talento para a inovação, Labaki definiu seus documentários como filmes “sociomusicais”, lembrando que, quando lançado, Vivo! representava um enfrentamento à ditadura militar. “O Alceu, que é um libertário, surge num momento muito pesado.”

“Está muito claro no filme que existe uma tensão muito forte entre o que o Alceu representa, canta e como ele se apresenta com um ambiente muito repressivo, que ia contra tudo aquilo que o Alceu estava representando”, completou Labaki.

Sessões de Bowie: O Ato Final e VIVO fora da abertura

Além da sessão de abertura, Bowie: O Ato Final terá ainda mais uma sessão em São Paulo, no dia 9, e três no Rio de Janeiro, nos dias 10 e 19. Já VIVO 76 ganhará mais duas exibições em cada capital, entre os dias 11 e 18.

A 31ª edição do É Tudo Verdade acontece em salas selecionadas de São Paulo e do Rio de Janeiro, entre 9 e 19 de abril, com entradas gratuitas. A programação completa, que conta com 75 títulos de 25 países, pode ser conferida no site oficial do festival.

Sessões – Bowie: O Ato Final

São Paulo: 9/4, às 17h30, no CineSESC (Rua Augusta, 2075 – Cerqueira César)
Rio de Janeiro: 10/4, às 17h30 e às 18h30, e 19/4 às 16h, na Estação NET Rio (Rua Voluntários da Pátria, 35 – Botafogo)
Duração: 94 minutos

Sessões – VIVO 76

São Paulo: 17/4, às 20h, na Cinemateca Brasileira (Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino), e 18/4, às 16h, no IMS Paulista (Av. Paulista, 2424 – Bela Vista)
Rio de Janeiro: 11/4, às 17h30 e 18h30, na Estação NET Rio (Rua Voluntários da Pátria, 35 – Botafogo)
Duração: 70 minutos

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