Microempresa de Cascavel está na ‘lista suja’ do trabalho escravo
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Por Luiz Haab
Uma microempresa de Cascavel está na chamada “lista suja” do trabalho escravo, recém-atualizada pelo Governo Federal. O cadastro contém informações públicas (incluindo nome, endereço e CNPJ) e reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. Entre os casos que ganharam repercussão nacional estão a montadora chinesa BYD e o cantor Amado Batista. Ao todo, 169 novos empregadores foram incluídos na atualização mais recente do documento.
Entre os nomes que passaram a integrar o cadastro também está uma MEI, que segundo dados públicos do Ministério do Trabalho, está em nome de um empresário d o bairro Cascavel Velho. A inclusão ocorreu em 6 de outubro de 2025 e envolve O caso relacionado a um trabalhador. A lista é atualizada sempre nos meses de outubro e abril. Na atualização deste mês, a MEI de Cascavel permanece no quadro.
CLIQUE AQUI e confira a lista completa.
A empresa foi fundada em 25 de abril de 2024 e tem como atividade principal o comércio varejista de materiais de construção em geral. A “lista suja” reúne empregadores após a conclusão de processo administrativo, quando não há mais possibilidade de recurso, e os nomes permanecem no cadastro por até dois anos.
Não foram informados detalhes da situação do trabalhador submetido às condições na empresa de Cascavel.
A CGN ligou para os telefones anunciado como sendo da microempresa. Porém, até a publicação desta reportagem, não fomos atendidos.
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Cascavel.
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