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Imagem referente a Justiça barra Zé Neto e Cristiano por uso de imagens íntimas em música baseada em Daniel Vorcaro
Divulgação/Foto: Alysson Moreno

Justiça barra Zé Neto e Cristiano por uso de imagens íntimas em música baseada em Daniel Vorcaro

A ação foi movida pela influenciadora Karolina Trainotti, que acusa a produção de ter explorado sua imagem de forma indevida em conteúdos que viralizaram nas redes...

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Por Luiz Haab

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Imagem referente a Justiça barra Zé Neto e Cristiano por uso de imagens íntimas em música baseada em Daniel Vorcaro
Divulgação/Foto: Alysson Moreno

Uma decisão judicial caiu como bomba no universo sertanejo e colocou a dupla Zé Neto e Cristiano no centro de uma controvérsia que mistura música, bastidores e exposição íntima. A Justiça de São Paulo determinou, em caráter liminar, que os artistas suspendam imediatamente a divulgação de um vídeo promocional ligado a uma canção ainda inédita. O motivo? O material teria ultrapassado todos os limites ao usar imagens e informações pessoais sem autorização.

A ação foi movida pela influenciadora Karolina Trainotti, que acusa a produção de ter explorado sua imagem de forma indevida em conteúdos que viralizaram nas redes sociais. O vídeo promovia a música “Oi, tudo bem?”, parte de um projeto gravado recentemente no Rio de Janeiro, mas acabou gerando repercussão não pela melodia — e sim pela forma como foi divulgado. Mesmo sem citar nomes na letra, o enredo da canção gira em torno de um homem envolvido com várias mulheres ao mesmo tempo.

O ponto mais delicado está na estratégia de divulgação: segundo a defesa da influenciadora, o vídeo associava a música a imagens e conversas privadas vazadas do empresário e banqueiro Daniel Vorcaro, investigado por fraudes, criando uma narrativa considerada apelativa e constrangedora. A sincronização entre os versos e o conteúdo íntimo teria transformado o material em um espetáculo de exposição pessoal, gerando indignação e levantando questionamentos sobre os limites do marketing no entretenimento.

Na decisão, a Justiça foi direta ao reconhecer o risco de danos à privacidade diante da rápida disseminação digital, proibindo qualquer uso ou associação da imagem da influenciadora sem consentimento. Além da retirada do conteúdo, o processo inclui pedido de indenização por danos morais. Enquanto isso, a dupla sertaneja mantém silêncio público e afirma que só irá se pronunciar oficialmente nos autos do processo — deixando a polêmica ainda mais quente nos bastidores.

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