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Imagem referente a Jovem “acorda” e tosse durante o próprio velório
Foto: Reprodução

Jovem “acorda” e tosse durante o próprio velório

Um áudio de uma prima da jovem, descreve os momentos de pânico vividos na Capela Mortuária do Frade. No relato, ela detalha a reação de incredulidade...

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Por Isabella Chiaradia

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Foto: Reprodução

Novos desdobramentos do caso envolvendo a morte de Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos, intensificaram a repercussão e a indignação entre familiares da jovem que teria ‘acordado’ e tossido durante o próprio velório na madrugada da última sexta-feira (13), em Angra dos Reis (RJ).

Um áudio de uma prima da jovem, descreve os momentos de pânico vividos na Capela Mortuária do Frade. No relato, ela detalha a reação de incredulidade dos familiares que estavam presentes no momento.

“Quando ela tossiu gente, todo mundo correu, não ficou um, entendeu?”, disse ela em um dos trechos.

Segundo ela, a família acredita que Caroline não estava morta quando o óbito foi atestado no Hospital Municipal da Japuíba, mas sim em estado de coma. Ainda conforme o relato, a jovem teria apresentado sinais de reação durante o velório e, teria morrido de fato, dentro do caixão.

De acordo com os desdobramentos, se a investigação avançar para a esfera judicial, novas perícias que devem ser feitas e os registros apontados pela família, serão fundamentais para esclarecer se houve falha médica ou fenômenos naturais após o óbito.

Em nota, a prefeitura de Japuíba indicou que o episódio relatado durante o velório pode estar relacionado a espasmos cadavérico, descartando, até o momento, indícios de erro no diagnóstico inicial:

“A direção do Hospital Municipal da Japuíba informa que a paciente Caroline Costa Nunes Pereira, 27 anos, cujo caso vem sendo amplamente divulgado nas redes sociais, faleceu às 16h30 do dia 12 de março de 2026.

Após a constatação do óbito, já em velório, a paciente apresentou um espasmo corporal. Esse tipo de manifestação é conhecido na literatura médica como reflexo pós-morte e pode ocorrer em alguns casos devido à atividade residual do sistema nervoso, não alterando o diagnóstico de morte previamente confirmado.

A paciente encontrava-se internada no hospital com quadro clínico grave, decorrente de insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas.

Durante a internação, ela apresentou uma arritmia cardíaca súbita, evoluindo para parada cardiorrespiratória.

Todas as medidas de reanimação previstas em protocolo foram imediatamente adotadas pela equipe médica, porém sem reversão do quadro.

O óbito foi confirmado após de exame elétrocardiograico.

O hospital se solidariza com familiares e amigos neste momento de dor e permanece à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários.“

Fonte: TN Online

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