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“Quero conhecer minha história”: Após mais de 20 anos, mulher busca pai biológico que pode estar em Cascavel

Aos 26 anos, Jailana conta que cresceu sem saber detalhes sobre a própria origem paterna. Somente recentemente conseguiu reunir informações que reacenderam a esperança de encontrar...

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Por Diego Cavalcante

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“Quero conhecer minha história”: Após mais de 20 anos, mulher busca pai biológico que pode estar em Cascavel

Uma história marcada pelo tempo, pela distância e por um sonho: o de conhecer o próprio pai. É com esse objetivo que a jovem Jailana Catarina Matos Abreu, natural da cidade de Zé Doca, no Maranhão, decidiu tornar pública a sua busca por informações sobre o homem que pode ser seu pai biológico — e que, segundo os poucos dados que possui, teria ligação com Cascavel, no oeste do Paraná.

Aos 26 anos, Jailana conta que cresceu sem saber detalhes sobre a própria origem paterna. Somente recentemente conseguiu reunir informações que reacenderam a esperança de encontrar familiares.

De acordo com o relato, sua mãe, Jeandria Matos Abreu, teve um relacionamento breve com um homem chamado Jair, em São Paulo, entre os anos de 1995 e 1996. Na época, Jeandria tinha apenas 16 anos. Jair trabalhava, segundo ela, em uma empresa voltada à fabricação de móveis para computadores.

Pouco tempo depois, Jeandria descobriu que estava grávida. Diante das circunstâncias e da pouca idade, decidiu retornar ao Maranhão — sem informar o homem sobre a gestação. Por isso, a própria Jailana acredita que o pai biológico nunca soube de sua existência.

É um sonho conhecer meu pai e também minha família. Só agora estou tendo coragem de procurar, porque é um direito meu saber de onde eu vim”, relatou a jovem.

As informações que ela possui são limitadas. Sabe apenas que o homem se chama Jair, que na época tinha cerca de 26 a 28 anos e que seria natural de Cascavel. Segundo o relato da mãe, ele também teria familiares na cidade.

Jailana conta ainda que existe uma fotografia antiga, recebida pela mãe na época, que mostra possíveis familiares do homem. No entanto, para evitar exposição indevida, a imagem não será divulgada neste momento.

A jovem reforça que não há qualquer intenção de acusação ou constrangimento. O objetivo é exclusivamente promover um possível reencontro familiar, baseado no direito de conhecer a própria origem.

Quem puder ajudar, compartilhar ou tiver qualquer informação, vai estar me ajudando muito. Eu só quero conhecer minha história”, disse.

Como ajudar

Qualquer informação que possa contribuir com a identificação de Jair, que teria vivido em Cascavel nos anos 90, pode ser repassada diretamente à Jailana pelo WhatsApp (98) 98576-0155.

A história de Jailana agora ganha visibilidade na esperança de que alguém reconheça os detalhes e ajude a aproximar caminhos separados há mais de duas décadas.

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