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Você sabe o que acontece com os cigarros eletrônicos apreendidos em Cascavel?

Como o cigarro eletrônico não é regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sua comercialização e importação são proibidas no Brasil. Essa situação tem favorecido...

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Por Allan Machado

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O crescimento do consumo de cigarro eletrônico, conhecido popularmente como “vape”, tem chamado a atenção das autoridades. O produto ganhou popularidade principalmente entre os jovens e, no início, muitos acreditavam que ele não causava danos à saúde, o que contribuiu para a rápida expansão do uso.

Como o cigarro eletrônico não é regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sua comercialização e importação são proibidas no Brasil. Essa situação tem favorecido o surgimento de um mercado irregular, alimentado principalmente por mercadorias vindas do exterior, em especial de países vizinhos. Com o aumento da entrada desses produtos no país, também cresceu o trabalho de fiscalização e apreensão por parte das autoridades.

De acordo com a Receita Federal, grande parte das apreensões ocorre porque os dispositivos costumam ser transportados escondidos em meio a cargas aparentemente legais. Automóveis e caminhões frequentemente declaram transportar mercadorias comuns, enquanto os cigarros eletrônicos ficam ocultos entre os produtos. Quando os veículos são interceptados, todo o material é levado para centros de triagem, onde os agentes fazem a separação e a contagem dos itens apreendidos.

Após esse processo, os produtos ficam armazenados até que se alcance uma quantidade suficiente para o encaminhamento à destruição. Por se tratar de um material altamente poluente, o descarte não pode ser feito de forma simples. Por isso, existem empresas e cooperativas especializadas que recebem as mercadorias apreendidas para realizar a destinação correta.

As investigações também apontam que o transporte costuma ocorrer em etapas. Inicialmente, os produtos atravessam a fronteira em pequenas quantidades, geralmente em veículos menores, prática conhecida como “comércio formiguinha”, que busca evitar chamar a atenção da fiscalização. Posteriormente, já em cidades do interior — como em municípios da região de Cascavel — as cargas são reunidas e transportadas em maior volume.

Nesse momento, os cigarros eletrônicos passam a ser levados em caminhões ou veículos maiores, normalmente misturados a outras mercadorias para disfarçar o transporte. Quando identificadas pelas equipes de fiscalização, essas cargas passam pelo procedimento de apreensão, separação e posterior encaminhamento para destruição adequada

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