CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Depoimento revela motivo de ataque a tiros em empresa de Cascavel

Depoimento revela motivo de ataque a tiros em empresa de Cascavel

Mulher contou à polícia que colega de trabalho a chamou para motel dias antes do crime; suspeito segue preso....

Publicado em

Por Redação CGN

Publicidade
Imagem referente a Depoimento revela motivo de ataque a tiros em empresa de Cascavel

O depoimento da companheira do homem preso após um ataque a tiros dentro de uma empresa em Cascavel trouxe novos detalhes sobre o que pode ter motivado o crime. Durante interrogatório na Polícia Civil, ela afirmou que o companheiro ficou revoltado após descobrir que um colega de trabalho havia feito um convite para que os dois fossem a um motel.

O caso ocorreu em 27 de fevereiro de 2026 e é investigado como tentativa de homicídio. O alvo dos disparos seria um trabalhador da empresa, enquanto uma funcionária acabou ferida durante a ação.

O suspeito foi preso em flagrante após fugir do local.

Durante depoimento conduzido pelo delegado responsável pelo caso, a mulher confirmou que mantém relacionamento com o suspeito e que os dois moram juntos. Ela afirmou que atualmente trabalha em uma lavanderia industrial da cidade.

Segundo o relato, o casal já havia trabalhado junto anteriormente em outra lavanderia localizada atrás do aeroporto. A mulher afirmou ao delegado que ela e o companheiro passaram cerca de dois anos e quatro meses nesse emprego. Segundo o depoimento, os dois começaram a apresentar vários atestados médicos seguidos porque estavam insatisfeitos com o trabalho.

Ela relatou que o casal sentia que o responsável na empresa “estava abusando demais” deles. Por causa disso, passaram a apresentar atestados repetidamente, até que ambos acabaram demitidos.

Depois da demissão, ela conseguiu um novo emprego em outra lavanderia da cidade, onde ocorreu o ataque. O companheiro, segundo o depoimento, estava desempregado e apenas a levou até o trabalho no dia do crime.

Durante o interrogatório, a mulher contou que o alvo dos disparos era um funcionário da manutenção da empresa. Ela afirmou que não tinha qualquer relação com ele além do ambiente de trabalho. Porém, relatou que o colega teria se aproximado após presenciar discussões entre ela e o companheiro.

Dias antes do crime, segundo o relato, o homem teria feito um convite que a deixou incomodada. “Ele me chamou para sair e falou para a gente ir para um motel”, afirmou durante o depoimento. A mulher contou que inicialmente não pretendia revelar o episódio ao companheiro, mas decidiu contar o que havia acontecido porque a situação passou a incomodá-la.

Ela disse que não imaginava que a revelação pudesse provocar uma reação violenta. No dia do crime, o suspeito a levou até a empresa e chegou ao local procurando diretamente pelo funcionário. Ela afirmou que pediu para o companheiro apenas conversar e pedir que o colega não tivesse mais contato com ela. Depois de descer do carro, a mulher entrou na empresa e registrou o ponto para iniciar o expediente. Pouco depois ocorreram os disparos.

Durante o ataque, uma funcionária foi atingida no rosto por estilhaços ou fragmentos provocados pelos tiros. Após efetuar os disparos, o suspeito fugiu do local.

Segundo a mulher, ela tentou entrar em contato com o companheiro por telefone para saber onde ele estava, mas ele não explicou o que havia acontecido.

Durante a investigação, equipes policiais também realizaram buscas na casa do casal. No imóvel foram encontradas porções de droga, uma balança de precisão e materiais utilizados para embalar entorpecentes.

Questionada sobre os itens, a mulher afirmou que as substâncias seriam apenas para consumo e negou participação na venda. Ela também declarou que já havia sido presa anteriormente junto com o companheiro em um caso relacionado a drogas, mas afirmou que não participava do comércio.

No processo judicial, o homem responde pelos crimes de tentativa de homicídio, lesão corporal e tráfico de drogas. A Justiça determinou a prisão preventiva dele.

Já a mulher investigada no caso de tráfico recebeu liberdade provisória, mas terá que cumprir medidas cautelares, como recolhimento domiciliar durante a noite, proibição de frequentar bares e impedimento de deixar a comarca sem autorização judicial.

A investigação segue em andamento para esclarecer todos os detalhes do ataque.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN