
“Parem de nos matar”: exigem mulheres no 8 de março em Brasília
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Por CGN

em Brasília. Com cartazes escritos Parem de Nos Matar, centenas de pessoas denunciaram a violência de gênero no Distrito Federal (DF)
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Ato 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres em Brasília – Valter Campanato/Agência Brasil
O governo do DF de Ibaneis Rocha também virou alvo do protesto, que lembrou a tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB), o banco estatal do DF.
Outra pauta de destaque foi a denúncia do imperialismo, tendo em vista as ações dos Estados Unidos (EUA) no Irã, em Cuba e na Venezuela. A ação israelense na Palestina também foi alvo de falas e cartazes na marcha das mulheres.
retratando um revólver apontado contra uma mulher.
retrata o medo em obra- Valter Campanato/ Agência Brasil.
“A mulher não tem um minuto de paz. Ela não tem sossego no seu lar. Ela não tem sossego no seu trabalho. Em todos os lugares nós podemos ser assediadas, podemos ser assassinadas. Por isso, o nome dessa obra é medo. Medo é o que toda mulher brasileira sente”, disse
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Só em 2025, foram 1.568 mulheres vítimas de feminicídio no Brasil, crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior, segundo dados compilados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
“O governo lançou esse Pacto Nacional contra o Feminicídio e a gente gostaria muito que essa política pública fosse realmente colocada em prática, que a gente visse resultado na redução desses números”, disse Raquel.
Raquel Braga Rodriguez destaca os feminicídios como grande preocupação. – Valter Campanato/ Agência Brasil.
No início de fevereiro, um pacto entre Executivo, Legislativo e Judiciário foi firmado para adoção de medidas contra a violência de gênero no Brasil.
tem 11 netos, três bisnetos, e é
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Lydia Garcia diz que a marcha impõe a força da mulher. – Valter Campanato/ Agência Brasil.
“Nós mulheres, principalmente as mulheres negras, estamos impondo a este mundo e a este Brasil a nossa força, as nossas lutas e vitórias por dias melhores contra a violência dos jovens negros, contra o feminicídio”
Distrito Federal
Um dos alvos da manifestação do Dia da Mulher em Brasília foi o Governo do Distrito Federal (GDF), liderado por Ibaneis Rocha, e sua vice, Celina Leão.
Jolúzia Batista
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“Estamos vivendo um escândalo financeiro no Brasil com o banco do GDF [o BRB] sendo rifado e faltando dinheiro para a política pública”, disse à Agência Brasil.
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A ativista do AMB defendeu ainda que, além da denúncia contra o feminicídio, a luta das mulheres deve ser por orçamento que financie as políticas públicas que melhore a vidas das meninas e mulheres.
“A gente precisa falar de orçamento. Com as emendas parlamentares, as emendas Pix, elas levaram o dinheiro da política pública. Perdemos qualidade de serviço, perdemos capacitação de profissionais, perdemos em campanhas educativas”, comentou.
“Podemos falar hoje abertamente que é violência o seu ‘psiu’ no meio da rua, que é violência você falar da minha roupa. Essa é uma educação bem na base que é resultado da luta das mulheres”, completou Thammy.
Escala 6×1 e imperialismo
A ativista do DF acrescentou que a pauta do fim da escala 6×1 é central na luta das mulheres, que já são submetidas a jornadas duplas ou triplas, cuidando da casa, dos idosos, das crianças e ainda tendo que trabalhar.
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Fonte: Agência Brasil
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