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Imagem referente a Após 19 anos, Polícia Civil prende ‘monstro’ suspeito de estuprar e matar criança no Paraná
Foto: Reprodução/Internet

Após 19 anos, Polícia Civil prende ‘monstro’ suspeito de estuprar e matar criança no Paraná

A prisão preventiva foi decretada após a reabertura do inquérito, impulsionada por novas informações consideradas decisivas pelos investigadores....

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Por CGN Redação

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Imagem referente a Após 19 anos, Polícia Civil prende ‘monstro’ suspeito de estuprar e matar criança no Paraná
Foto: Reprodução/Internet

Quase duas décadas após o assassinato brutal da menina Giovanna dos Reis Costa, de 9 anos, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, na manhã desta quinta-feira (19/2), em Londrina, um homem de 55 anos apontado como autor do crime.

A prisão preventiva foi decretada após a reabertura do inquérito, impulsionada por novas informações consideradas decisivas pelos investigadores.

Giovanna desapareceu em 10 de abril de 2006, enquanto vendia rifas escolares próximo de casa, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba.

Giovanna desapareceu em 10 de abril de 2006, enquanto vendia rifas escolares próximo de casa, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba.

Dois dias depois, o corpo da criança foi encontrado em um terreno baldio, envolto em sacos plásticos e amarrado com fios elétricos. As roupas estavam em outro terreno próximo.

Laudos periciais confirmaram que a menina morreu por asfixia mecânica e apresentava sinais extremos de violência sexual.

À época, a investigação apontou suspeitas contra um grupo de ciganos que residia na região.

Eles chegaram a ser indiciados, denunciados e submetidos a júri popular, mas acabaram absolvidos por insuficiência de provas. Com isso, o caso foi arquivado.

Em 2025, porém, novas informações levaram a PCPR a retomar o inquérito. Segundo a polícia, surgiram relatos inéditos que apontaram diretamente para o homem preso nesta quinta-feira.

Os depoimentos trouxeram detalhes compatíveis com a dinâmica do crime, como a forma de atração da criança, o abuso sexual, a asfixia para impedir reconhecimento e a ocultação do corpo.

As novas diligências também identificaram provas técnicas relevantes. Fios elétricos apreendidos na residência do suspeito na época do crime apresentariam características idênticas aos usados para amarrar o corpo da vítima.

Já a sacola onde as roupas foram encontradas foi vinculada ao imóvel do investigado após apurações recentes.

De acordo com a PCPR, o homem possui histórico criminal por importunação sexual e responde a processos por estupro de vulnerável.

A delegada Camila Cecconello, responsável pelo caso, afirmou que a prisão representa um marco na busca por justiça.

“Essa prisão é um golpe decisivo contra a impunidade e demonstra que a Polícia Civil não desiste de esclarecer crimes hediondos, independentemente do tempo que tenha passado”, destacou.

O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Metrópoles

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