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Imagem referente a Mocidade Alegre é campeã do Carnaval de São Paulo 2026 no Anhembi
Mestre-sala e a Porta-bandeira | Reprodução/Instagram/@portalsrzd/@mocidadealegre/@presidentesolangecruz

Mocidade Alegre é campeã do Carnaval de São Paulo 2026 no Anhembi

A apuração, realizada na terça-feira (17), foi acompanhada com expectativa por torcidas e integrantes das agremiações, já que as notas indicavam uma disputa equilibrada, quesito a...

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Por Redação

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Imagem referente a Mocidade Alegre é campeã do Carnaval de São Paulo 2026 no Anhembi
Mestre-sala e a Porta-bandeira | Reprodução/Instagram/@portalsrzd/@mocidadealegre/@presidentesolangecruz

A consagração da Mocidade Alegre como campeã do Carnaval de São Paulo 2026 reforça a força da escola no cenário do samba paulistano e marca mais um capítulo de sua trajetória vitoriosa no Sambódromo do Anhembi, palco das grandes decisões da folia na capital.

A apuração, realizada na terça-feira (17), foi acompanhada com expectativa por torcidas e integrantes das agremiações, já que as notas indicavam uma disputa equilibrada, quesito a quesito. No fim, a regularidade do desfile garantiu o título à escola do bairro do Limão, que se destacou especialmente em evolução, enredo e harmonia.

Desfile apostou em emoção, identidade e potência visual

Terceira escola a entrar na avenida no sábado (14), a Mocidade apresentou o enredo “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”, homenagem à atriz Léa Garcia, referência na representação negra nas artes brasileiras.

O desfile percorreu momentos marcantes da carreira da artista, do teatro ao cinema e à televisão, ressaltando sua contribuição cultural dentro e fora do país. Um dos destaques foi a menção à novela Escrava Isaura, obra que ajudou a consolidar sua presença no imaginário popular.

A escola investiu em alegorias grandiosas, fantasias com forte simbologia afro-brasileira e um conjunto visual que reforçou a narrativa sobre resistência, ancestralidade e protagonismo negro. A comissão de frente e o último carro alegórico foram apontados pelo público como momentos de grande impacto.

O conjunto apresentado na avenida evidenciou a união entre comunidade, proposta artística e execução técnica. A passagem pelo Anhembi traduziu o enredo em emoção visível, com harmonia e impacto visual que sustentaram o favoritismo até a apuração final.

Disputa acirrada até os últimos quesitos

O resultado mostrou equilíbrio entre as principais escolas do Grupo Especial. A Gaviões da Fiel ficou com o vice-campeonato, enquanto a Dragões da Real terminou na terceira colocação.

Com diferenças mínimas nas notas, a apuração manteve o clima de tensão até o fim. Quando o título foi confirmado, integrantes comemoraram emocionados nas arquibancadas e na concentração, enquanto torcedores destacaram nas redes sociais a força do enredo e a consistência técnica da apresentação.

A vitória consolida a Mocidade Alegre entre as potências do carnaval paulistano e reforça uma tendência recente da festa: a valorização de enredos ligados à memória, representatividade e protagonismo negro, unindo espetáculo, identidade e mensagem cultural na avenida.

As informações são do Julio César Barroso – In Magazine

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