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Pedro Turra, ex-piloto que deixou adolescente em coma, é transferido para a Papuda

Uma série de golpes teriam sido deferidos pelo ex-piloto na cabeça da vítima, o que causou traumatismo. O adolescente precisou fazer uma cirurgia no crânio. Ainda...

Publicado em

Por Agência Estado

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Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, Pedro Turra foi transferido para o Centro de Detenção Provisória da Papuda na tarde desta segunda-feira, 2. O ex-piloto foi preso na última sexta-feira, 30, acusado de espancar adolescente de 16 anos e deixá-lo em coma por conta de uma desavença envolvendo um chiclete arremessado.

Uma série de golpes teriam sido deferidos pelo ex-piloto na cabeça da vítima, o que causou traumatismo. O adolescente precisou fazer uma cirurgia no crânio. Ainda internado, ele não tem previsão de alta.

Turra havia sido preso logo após cometer o crime, mas foi solto após pagar fiança de R$ 24,3 mil. Procurado, o advogado de defesa de Turra, Daniel Kaefer, afirma que não teve acesso aos autos ou inquéritos policiais para fazer qualquer comentário sobre os fatos anteriores.

A prisão na última sexta-feira foi realizada por prevenção, segundo o delegado responsável, Pablo Aguiar, da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). Em coletiva de imprensa, ele afirmou que Turra foi preso após agentes reunirem depoimentos de outras vítimas que comprovaram o histórico de violência do agressor. A operação teve autorização judicial.

No total, quatro ocorrências que teriam envolvimento de Turra estão sob investigação: a que envolveu o adolescente de 16 anos; uma briga em Águas Claras; a agressão de um homem de 49 anos durante uma briga de trânsito; e o relato de uma jovem menor de idade que ele a teria forçado a ingerir bebida alcoólica.

Procurado, o advogado de defesa de Turra, Daniel Kaefer, afirma que não teve acesso aos autos ou inquéritos policiais para fazer qualquer comentário sobre os fatos anteriores.

O defensor criticou a atuação do delegado responsável pelo caso, manifestando “profundo repúdio à conduta extremamente desnecessária, desequilibrada e imparcial do delegado de polícia que manifestou acusações, pré-julgamentos e injúrias à pessoa de Pedro, mesmo não tendo nenhuma qualificação profissional para emitir tal parecer”.

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