Diretor de documentário de Melania Trump aparece em foto com Epstein e mulheres
É o primeiro grande projeto do diretor desde 2017, quando foi acusado de assédio sexual por várias mulheres. ...
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Por Agência Estado
O diretor norte-americano Brett Ratner aparece em imagens nos milhares de arquivos da investigação do caso Jeffrey Epstein. Ratnet foi quem dirigiu o recém-lançado documentário Melania sobre a primeira dama dos Estados Unidos, Melania Trump.
É o primeiro grande projeto do diretor desde 2017, quando foi acusado de assédio sexual por várias mulheres.
A imagem não tem data, mas mostra o cineasta abraçado com o francês Jean-Luc Brunel, um agente de modelos considerado o braço direito de Epstein.
Assim como o bilionário, Brunel foi encontrado enforcado em uma penitenciária na França, em 2022. Ele estava preso por acusações de estupro de uma menor e fornecimento de menores ao esquema de tráfico sexual.
A produção Melania, de Ratner, acompanha a primeira-dama às vésperas da posse do marido como presidente dos Estados Unidos pela segunda vez, em janeiro de 2025. No documentário, Melania deixa de lado a privacidade que adotou no primeiro mandato de Donald Trump para mostrar detalhes dos bastidores do casal republicano.
O documentário chegou aos cinemas do Brasil na sexta-feira, 30, mesmo dia em que novos detalhes do caso Epstein foram divulgados nos EUA.
Novos detalhes do caso
Os novos detalhes sobre o caso Epstein vieram à tona após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgar nesta sexta-feira, 30, milhões de novos documentos das investigações contra o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, morto em 2019.
Ao todo, três milhões de páginas de arquivos, 180 mil imagens e 2 mil vídeos vieram a público.
Essa é a maior quantidade de informações liberadas pelo governo americano sobre o caso. Uma lei do Congresso dos EUA, sancionada pelo presidente Donald Trump, determinava a publicidade de todos os documentos até 19 de dezembro, mas só agora a medida foi cumprida.
Entre os arquivos, há e-mails entre Epstein e figuras públicas influentes, como Donald Trump, Elon Musk, Bill Gates e o ex-príncipe Andrew.
Entre os documentos, há anotações de Epstein sobre o bilionário cofundador da Microsoft Bill Gates, sugerindo que ele mantinha relações sexuais extraconjugais.
O bilionário e ex-conselheiro de Trump na Casa Branca Elon Musk também aparece nos documentos, tendo enviado um email a Epstein questionando sobre “festas mais selvagens” na ilha.
Outro documento divulgado é uma lista do FBI sobre uma dúzia de denúncias de envolvimento de Trump com Epstein, incluindo acusações de abuso sexual contra os dois. Em uma denúncia, feita por um contato anônimo com o FBI, uma mulher relatou que uma amiga ‘de 13 ou 14 anos’ foi forçada a fazer sexo oral em Trump.
As denúncias, porém, não contêm evidências que as comprovem.
Os e-mails liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA incluem fatos relacionados ao homem anteriormente conhecido como Príncipe Andrew. No ano passado, Andrew foi destituído de todos os títulos reais e expulso da residência oficial em Windsor devido ao vínculo com Epstein.
Constam dos arquivos um convite feito pelo então príncipe a Epstein para jantar no Palácio de Buckingham; uma oferta de Epstein para apresentar ao seu correspondente uma mulher russa de 26 anos e fotos que parecem mostrar Andrew ajoelhado sobre uma mulher não identificada deitada no chão.
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