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Presidente da CPMI do INSS anuncia convocação de Vorcaro e presidente do BMG para depor

Vorcaro recebeu voz de prisão em novembro do ano passado após tentar deixar o País em meio às investigações de crimes contra o sistema financeiro, mas...

Publicado em

Por Agência Estado

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O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informou nesta quarta-feira, 28, que os banqueiros Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e Luis Félix Cardamone Neto, diretor-presidente do Banco BMG, foram convocados para prestar depoimento à comissão na próxima quinta-feira, 5 de fevereiro.

Vorcaro recebeu voz de prisão em novembro do ano passado após tentar deixar o País em meio às investigações de crimes contra o sistema financeiro, mas foi solto dez dias depois. Ele é acusado de fraude de R$ 12 bilhões na venda de créditos falsos ao Banco Regional de Brasília (BRB).

Já Cardamone Neto, assim como Vorcaro, já havia sido convocado na CPMI. Na ocasião, o critério para a escolha dos executivos havia sido o volume de reclamações registradas na plataforma Consumidor.gov.br e junto à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça.

Em publicação nas redes sociais, Viana também afirmou que a CPMI atua para reverter uma decisão que, de forma provisória, garante ao empresário Maurício Camisotti o direito de não comparecer ao colegiado. Segundo o senador, a comissão seguirá adotando medidas legais para assegurar o esclarecimento dos fatos.

A Polícia Federal (PF) pediu em outubro que um eventual depoimento de Camisotti aconteça de forma reservada. A CPMI tenta ouvir Camisotti, que está preso na Superintendência da corporação em São Paulo. Carlos Viana já havia pedido ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que revisse a decisão que deu a Camisotti o direito de não prestar depoimento.

Em 15 de setembro, o ministro André Mendonça concedeu ao empresário o direito de “comparecer, ou não, ao referido ato (depoimento), bem como o exercício do direito ao silêncio, em respeito ao princípio constitucional da não autoincriminação”.

Segundo a CPMI, Camisotti é um dos principais articuladores da fraude do INSS. As investigações apontam que ele controlava ao menos três entidades que, desde 2021, faturaram mais de R$ 1 bilhão com a utilização de descontos não autorizados por beneficiários do instituto.

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