
Delegado fala sobre a investigação da morte do cachorro Abacate, em Toledo
Segundo o delegado, a Polícia Civil solicita à população que qualquer informação relevante sobre o caso seja repassada por meio do telefone 197 ou pessoalmente à...
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Por Fábio Wronski
A Polícia Civil de Toledo, cidade vizinha a Cascavel, está conduzindo investigações sobre a morte do cachorro Abacate, que foi baleado e não resistiu aos ferimentos. O delegado Alexandre Macorin de Toledo esclareceu que o município conta com um setor específico para apurar casos de maus-tratos contra animais e destacou que as investigações foram iniciadas imediatamente após o conhecimento do ocorrido.
Segundo o delegado, a Polícia Civil solicita à população que qualquer informação relevante sobre o caso seja repassada por meio do telefone 197 ou pessoalmente à delegacia, garantindo a preservação da identidade do informante. “O que pedimos — e sempre pedimos — à comunidade de Toledo é que, caso tenha informações, as repasse à Polícia Civil. A identidade do informante será preservada”, afirmou.
Macorin também fez um apelo à comunidade para que evite divulgar informações não confirmadas sobre a autoria do crime em redes sociais. De acordo com ele, tais atitudes podem gerar injustiças, prejudicar pessoas inocentes e até mesmo atrapalhar o andamento das investigações. “Pedimos muito cuidado antes de divulgar qualquer informação sobre a autoria do crime nas redes sociais, pois isso pode resultar em injustiças, prejudicar a vida de alguém ou até mesmo atrapalhar a investigação que já está em andamento”, ressaltou.
No momento, os investigadores estão ouvindo uma pessoa que pode contribuir para o esclarecimento do caso e fornecer possíveis indícios sobre o autor do disparo. O delegado enfatizou que este tipo de apuração demanda tempo, mas garantiu que o caso está sendo tratado com seriedade. “Trata-se de um caso grave e ele não ficará sem esclarecimento”, afirmou.
As informações preliminares apontam que houve intenção de matar o animal. O disparo transfixou o cachorro, atingindo os rins e causando a morte, o que configura uma agravante para o crime de maus-tratos, cuja pena prevista é de dois a cinco anos de reclusão. “A pessoa que cometeu esse ato deve ser responsabilizada e responderá por esse fato. Estamos em campo buscando indícios de autoria sobre o ocorrido”, concluiu o delegado.
A Polícia Civil reforça o compromisso com a elucidação do caso e solicita a colaboração da população para que qualquer informação seja encaminhada pelos canais oficiais.
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