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Imagem referente a Dia do Carteiro: quem entrega cartas, encomendas e um pouco de humanidade todos os dias
Joédson Alves/Agência Brasil

Dia do Carteiro: quem entrega cartas, encomendas e um pouco de humanidade todos os dias

Ser carteiro não é só entregar cartas. É carregar histórias....

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Por Redação CGN

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Imagem referente a Dia do Carteiro: quem entrega cartas, encomendas e um pouco de humanidade todos os dias
Joédson Alves/Agência Brasil

Neste domingo, 25 de janeiro, o Brasil celebra o Dia do Carteiro — uma data que passa discreta para muitos, mas que carrega o peso de uma profissão essencial, feita de passos repetidos, sol forte, chuva inesperada e um compromisso diário com pessoas que, muitas vezes, o carteiro nem conhece pessoalmente.

O carteiro é aquele que chega cedo, organiza a bolsa, confere endereços e segue em frente. Ele conhece ruas sem nome, casas sem número, cães territorialistas e moradores que esperam ansiosos por uma resposta, um documento, um presente ou simplesmente uma notícia que pode mudar o dia.

Mesmo sem perceber, ele se torna parte da rotina das famílias. É reconhecido pelo uniforme, pelo aceno, pelo “bom dia” que se repete há anos. Em muitos bairros, o carteiro sabe quem mora sozinho, quem está doente, quem mudou, quem espera. Ele observa a cidade em silêncio — e a cidade confia nele.

Ser carteiro não é só entregar cartas. É carregar histórias.
Entre boletos e encomendas, vão sonhos, oportunidades, reencontros e esperanças. Às vezes, vai também a frustração de quem esperou demais. E, mesmo assim, o carteiro segue, ouvindo, explicando, respeitando.

Chova ou faça sol, com calor extremo ou frio intenso, o trabalho continua. Poucos veem o esforço físico, o cansaço acumulado ou os riscos do caminho. Menos ainda reconhecem o valor humano de quem faz questão de entregar tudo corretamente, mesmo quando ninguém está olhando.

Em um mundo cada vez mais digital, o carteiro segue sendo presença real. Um elo entre pessoas, empresas, cidades e histórias. Um profissional que ainda bate à porta — e que faz isso com responsabilidade, ética e dignidade.

Neste Dia do Carteiro, fica o reconhecimento a quem trabalha, muitas vezes de forma invisível, mas absolutamente indispensável. A quem veste o uniforme dos Correios, mas carrega algo que não está na bolsa: respeito pela comunidade e compromisso com cada entrega.

Porque quem entrega cartas, entrega também humanidade.

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