
Hanseníase: Entenda a doença e como tratar
Descubra o tratamento hanseniase e como reconhecer seus sinais iniciais para garantir um diagnóstico mais rápido....
Publicado em
Por Redação CGN

Neste domingo, 25 de janeiro de 2026, o mundo volta os olhos para uma doença antiga, cercada de preconceito, mas que ainda faz parte da realidade de milhares de brasileiros: a hanseníase.
Apesar dos avanços da medicina, muita gente ainda convive com o medo, a desinformação e o diagnóstico tardio. E isso tem um motivo simples: a hanseníase não costuma causar dor no início, o que faz com que os sinais passem despercebidos por meses — ou até anos.
Uma doença que não grita, mas deixa marcas
Os primeiros sinais geralmente aparecem na pele:
- manchas claras, avermelhadas ou amarronzadas
- regiões do corpo com perda de sensibilidade ao calor, frio ou dor
- dormência e formigamento nas mãos e nos pés
Como essas manchas não coçam e não doem, muitas pessoas ignoram o problema. O resultado é que o diagnóstico só acontece quando os nervos já estão comprometidos, podendo causar sequelas permanentes.
O que muita gente ainda não sabe
- Hanseníase tem cura
- O tratamento é gratuito pelo SUS
- Após iniciar o tratamento, a pessoa não transmite mais a doença
- O paciente pode trabalhar, estudar e viver normalmente
A transmissão ocorre principalmente por contato próximo e prolongado com alguém que ainda não iniciou o tratamento. Não é uma doença que se pega com um simples aperto de mão ou convivência casual.
Preconceito ainda é um dos maiores obstáculos
Historicamente conhecida como “lepra”, a hanseníase carrega um peso social que ainda afasta pessoas dos serviços de saúde. O medo de discriminação faz com que muitos escondam os sintomas — e isso atrasa o tratamento.
Especialistas alertam: o preconceito machuca tanto quanto a doença. Informação e empatia são ferramentas fundamentais no combate à hanseníase.
Serviço ao leitor: quando procurar a unidade de saúde?
Procure atendimento imediatamente se você ou alguém da sua família apresentar:
- manchas na pele com pouca ou nenhuma sensibilidade
- dormência persistente
- perda de força nas mãos ou pés
- feridas que não cicatrizam
O diagnóstico é simples, feito por avaliação clínica, e o tratamento está disponível gratuitamente em unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
Um alerta que salva vidas e evita sequelas
O Dia Mundial de Combate à Hanseníase não é apenas uma data simbólica. É um lembrete de que olhar para o próprio corpo, buscar informação e vencer o preconceito pode evitar sofrimento, incapacidades e exclusão social.
Falar sobre hanseníase é um ato de cuidado, empatia e responsabilidade coletiva.
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