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Imagem referente a Justiça espanhola encerra apuração sobre denúncias sexuais contra o cantor Julio Iglesias

Justiça espanhola encerra apuração sobre denúncias sexuais contra o cantor Julio Iglesias

A denúncia havia sido apresentada em 5 de janeiro pela organização de defesa dos direitos humanos Women’s Link Worldwide, que representava duas mulheres. Elas afirmam ter...

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Por Luiz Haab

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Imagem referente a Justiça espanhola encerra apuração sobre denúncias sexuais contra o cantor Julio Iglesias

O Ministério Público do Tribunal Superior da Espanha decidiu encerrar uma investigação preliminar que envolvia o cantor Julio Iglesias, alegando falta de competência para julgar o caso. Segundo os promotores, os fatos denunciados teriam ocorrido fora do território espanhol e as supostas vítimas não vivem no país. A decisão foi tornada pública nesta sexta-feira (23).

A denúncia havia sido apresentada em 5 de janeiro pela organização de defesa dos direitos humanos Women’s Link Worldwide, que representava duas mulheres. Elas afirmam ter trabalhado durante cerca de dez meses, em 2021, em propriedades do artista localizadas no Caribe. As alegações se basearam em reportagens da emissora americana Univision e do site espanhol elDiario.es.

Entre as acusações estavam tráfico de pessoas para fins de exploração laboral, submissão à servidão, agressões de cunho sexual e desrespeito a direitos trabalhistas. Julio Iglesias, por sua vez, negou veementemente todas as denúncias, classificando-as como “totalmente falsas” em publicações nas redes sociais.

A agência Reuters informou que tentou contato com representantes do cantor, atualmente com 82 anos, mas não recebeu retorno. A Sony, gravadora responsável por sua carreira, preferiu não se manifestar.

De acordo com um documento analisado pela Reuters, o Ministério Público destacou que o Tribunal Superior espanhol não tem autoridade para processar o artista, já que os supostos crimes teriam ocorrido na República Dominicana e nas Bahamas. O texto ressalta, contudo, que eventuais ações judiciais ainda poderiam ser abertas nesses países.

O parecer também aponta que as denunciantes não possuem nacionalidade espanhola nem residência na Espanha, citando decisões do Supremo Tribunal que restringem a aplicação do princípio da jurisdição universal.

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