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Família lança Vakinha para ajudar a pequena Eloáh a vencer a Leucemia; veja como colaborar

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Família lança Vakinha para ajudar a pequena Eloáh a vencer a Leucemia; veja como colaborar

Por Fábio Wronski

Atualizado em

Tão pequena, mas tão forte. Esta é a pequena Eloáh Gabrielly, com apenas 3 anos e oito meses. Ela enfrenta, pela segunda vez, a leucemia LLA tipo B. Natural de Quatro Pontes, a pequena guerreira já passou 1 ano e 8 meses em manutenção do tratamento. Em dezembro de 2025, a família recebeu a notícia de que a leucemia havia retornado de forma mais agressiva, atingindo 86% da medula óssea.

Segundo relato da mãe, Juliana Cristina da Silva, os primeiros sintomas surgiram em 2024, quando Eloáh apresentou manchas roxas pelo corpo e febre alta de 39°C. “Levei na médica, ela pediu exames e ali foi diagnosticado suspeito de leucemia. Fomos encaminhadas ao Hospital Bom Jesus e, em seguida, para a Uopeccan”, conta. Desde então, a rotina da família mudou drasticamente. Em dezembro do ano passado, durante a terceira etapa de manutenção do tratamento, a família foi informada sobre o retorno da doença. “Estamos internadas desde dezembro, sem previsão de alta, e agora ela precisa de uma medicação que o SUS não fornece”, relata a mãe.

O novo protocolo de quimioterapia adotado é mais intenso e visa alcançar a remissão da doença, etapa fundamental para que Eloáh possa ser submetida a um transplante de medula. “O caso dela é um dos mais graves da Uopeccan pediatra. Ela fez duas cirurgias, ficou 23 dias na UTI e iniciou uma quimioterapia mais forte, que pode causar falência de órgãos ou até levar a óbito”, explica a mãe. O transplante de medula é considerado a principal esperança de cura, mas a família ainda aguarda a definição do doador, que pode ser a irmã de 9 anos ou um doador anônimo.

Além dos desafios médicos, a família enfrenta obstáculos legais e financeiros. Para que a irmã possa doar a medula, caso seja compatível, é necessário obter autorização judicial, já que menores de 12 anos só podem doar mediante decisão da Justiça. “A irmãzinha dela só tem 9 anos e precisamos entrar com esse processo. Também temos o processo da medicação, que o SUS não fornece”, destaca a mãe.

Diante das dificuldades, a família lançou uma campanha de arrecadação online para custear despesas com medicação, transporte, advogados e manutenção durante o tratamento. “As mães me orientaram a fazer uma vaquinha online. Estou compartilhando com todas as pessoas o link. Quem puder ajudar, qualquer valor é bem-vindo, pois precisamos arrecadar o valor necessário”, apela.

O tratamento de Eloáh inclui a necessidade de zerar a doença na medula antes do transplante, além de realizar exames e procedimentos em Curitiba. “Precisamos zerar a doença dela para caminhar para Curitiba, fazer os exames novamente e, se a irmã for compatível, refazer os exames para retornar à Uopeccan, fazer a medicação Blina por 30 dias e, então, voltar para Curitiba para o transplante”, explica a mãe.

Aqueles que desejarem contribuir podem acessar a Vakinha Online pelo link: CliqueAqui!

Resumo do que aconteceu

Quem é Eloáh Gabrielly e por que sua história está comovendo o país?
R: Eloáh Gabrielly é uma menina de apenas 4 anos que está internada há sete meses na UTI da Uopeccan, em Cascavel, lutando contra dois tipos de câncer, incluindo leucemia, e sua família está pedindo ajuda para custear o tratamento.
Qual é a gravidade do quadro de saúde de Eloáh atualmente?
R: O estado de Eloáh é considerado grave; ela está em tratamento paliativo, sofreu uma hemorragia interna recentemente e permanece na UTI, recebendo oxigênio e cuidados intensivos.
Quais tipos de câncer Eloáh enfrenta?
R: Eloáh enfrenta dois tipos de câncer, incluindo a leucemia LLA tipo B, que retornou de forma mais agressiva em dezembro de 2025.
Por que o transplante de medula ainda não foi realizado?
R: O transplante de medula não pôde ser realizado porque Eloáh ainda apresenta doença ativa na medula óssea, o que impede o procedimento.
Como a família de Eloáh está tentando arrecadar recursos para o tratamento?
R: A família lançou uma rifa solidária, rifando a máquina de costura da mãe, e também criou uma campanha de arrecadação online (vakinha) para ajudar com despesas médicas, transporte, advogados e manutenção durante o tratamento.
Por que a família de Eloáh precisa de ajuda financeira?
R: Os pais de Eloáh deixaram de trabalhar para acompanhá-la no hospital, e a família enfrenta altos custos com medicação, deslocamento, advogados e despesas diárias, agravados pela necessidade de medicamentos não fornecidos pelo SUS.
Como é a rotina da família de Eloáh durante o tratamento?
R: Os pais se revezam ao lado da filha no hospital, com o pai ficando durante o dia e a mãe à noite, enquanto também cuidam da irmã de 9 anos, o que impossibilita que trabalhem.
Qual foi o impacto do diagnóstico de leucemia na vida de Eloáh e sua família?
R: Desde o diagnóstico, a rotina da família mudou drasticamente, com internações prolongadas, necessidade de tratamentos intensivos e cirurgias, além de desafios emocionais e financeiros.
Quais foram os primeiros sintomas apresentados por Eloáh?
R: Em 2024, Eloáh apresentou manchas roxas pelo corpo e febre alta de 39°C, o que levou ao diagnóstico suspeito de leucemia.
Quais obstáculos legais a família enfrenta para o transplante de medula?
R: Caso a irmã de 9 anos seja compatível, a família precisa obter autorização judicial para a doação, pois menores de 12 anos só podem doar mediante decisão da Justiça.
Por que Eloáh precisa de uma medicação que o SUS não fornece?
R: Após a volta da leucemia em dezembro de 2025, Eloáh passou a precisar de uma medicação especial, não fornecida pelo SUS, para tentar alcançar a remissão da doença.
Qual é o principal objetivo do tratamento atual de Eloáh?
R: O objetivo é alcançar a remissão da doença na medula óssea para viabilizar o transplante de medula, considerado a principal esperança de cura.
Quais são os riscos do novo protocolo de quimioterapia adotado para Eloáh?
R: O novo protocolo é mais intenso e pode causar falência de órgãos ou até levar a óbito, segundo relato da mãe.
Como a comunidade pode ajudar Eloáh e sua família neste momento?
R: Quem quiser ajudar pode participar da rifa solidária ou contribuir com qualquer valor na campanha de arrecadação online, além de compartilhar as iniciativas para aumentar o alcance.
Onde encontrar os links para ajudar Eloáh?
R: Para participar da rifa solidária, acesse https://rifapersonalizada.com.br/rifa-solidaria-eloah-esta-a-mais-de-60-dias-na-uti-cancer-lla-e-lma-4yejjk. Para a vakinha online, utilize o link divulgado pela família.
Qual é o sentimento da mãe de Eloáh diante da situação?
R: Apesar da gravidade, a mãe, Juliana Cristina da Silva, mantém a esperança e afirma que, enquanto houver vida, há chance de recuperação.
Quantas cirurgias Eloáh já realizou durante o tratamento?
R: Eloáh já passou por duas cirurgias e ficou 23 dias na UTI durante o tratamento.
Por quanto tempo Eloáh já esteve em tratamento contra a leucemia?
R: Eloáh já passou 1 ano e 8 meses em manutenção do tratamento antes do agravamento do quadro em dezembro de 2025.
Quais exames e procedimentos ainda são necessários para Eloáh?
R: Ela precisa zerar a doença na medula, realizar exames e procedimentos em Curitiba, e se a irmã for compatível, refazer exames para o transplante.
Qual o apelo da família de Eloáh à população?
R: A família pede que todos que puderem contribuam financeiramente ou compartilhando as campanhas para ajudar Eloáh a continuar lutando pela vida.

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