
Delegado fala sobre furto de caminhão por apenado em Cascavel
O indivíduo, que cumpria pena em regime semiaberto, teria fugido em companhia de outro detento por volta do meio dia, sendo que durante a madrugada de...
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O delegado da Polícia Civil, doutor Daniel Brandt, falou sobre o furto de um caminhão cometido por um apenado, em Cascavel.
O indivíduo, que cumpria pena em regime semiaberto, teria fugido em companhia de outro detento por volta do meio dia, sendo que durante a madrugada de terça-feira (13), ele voltou ao local da empresa onde prestava serviços para furtar o veículo.
As autoridades policiais monitoraram o trajeto feito pelo caminhão após o furto e perceberam a presença de um Corsa prata acompanhando o veículo sentido à fronteira com o Paraguai. Conforme relatado pelo delegado, o caminhão acabou sendo vendido no país vizinho por cerca de R$ 14 mil.
Posteriormente, já em retorno ao Brasil, o Corsa foi abordado pelos policiais, sendo constatado que estava ocupado pelo detento fugitivo e responsável pelo furto e mais outras quatro pessoas. Todos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para as medidas cabíveis.
Com a recaptura do apenado, ele irá regredir de regime, além de responder por furto qualificado.
O Corsa foi apreendido pela Polícia Civil e em vistoria ao automóvel, os policiais localizaram a quantia de R$ 4 mil espécie, que também foi apreendida. Essa quantia é o teria sobrado após a venda do caminhão, pois, segundo o delegado, o indivíduo teria gastado R$ 10 mil em drogas e prostituição no Paraguai.
O outro apenado foragido não teria envolvimento com o furto do caminhão, mas ele ainda não foi localizado pelas autoridades. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 153 da Guarda Municipal, 197 da Polícia Civil e 190 da Polícia Militar.
O que diz a Polícia Penal?
A respeito do caso, a Polícia Penal do Paraná emitiu a seguinte nota:
A Polícia Penal do Paraná (PPPR) informa que uma pessoa privada de liberdade encontrava-se evadida do sistema penal desde o dia 12 de janeiro de 2026. O custodiado exercia atividade laboral externa em empresa conveniada ao sistema prisional, com as devidas autorizações legais, quando evadiu-se do local.
No ato da evasão, todas as providências cabíveis foram adotadas de imediato, incluindo a comunicação ao Poder Judiciário para a expedição de mandado de recaptura.
O custodiado encontra-se sob custódia da PPPR.



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