
Ao ir buscar material para filho em Cmei, pai denuncia venda de lingerie entre funcionárias
Segundo a Prefeitura, o fato realmente aconteceu e as orientações quanto à irregularidade foram repassadas à direção da instituição...
Publicado em
Por Fábio Wronski

Na manhã desta terça-feira (04) um pai entrou em contato com a CGN para argumentar sobre um fato que aconteceu no Cmei Leonardo Chevinski.
Segundo informações, ele teria ido até a instituição buscar materiais para o filho, sendo que teria presenciado a aglomeração entre as servidoras.
Diante do fato, ele questionava a razão de não serem autorizadas as aulas, sendo que as colaboradoras estariam todas no mesmo espaço, ‘aglomeradas’.
Na reclamação, o homem também relatou que, no momento que estava no endereço, presenciou a venda de lingeries, que provocava a conversa mais próxima entre as funcionárias.
A equipe da CGN entrou em contato com a Secom (Secretaria de Comunicação da Prefeitura), que confirmou a venda dos itens, que seria irregular, mas negou o fato da aglomeração.
Confira a nota completa:
A Secretaria Municipal de Educação recebeu, nesta terça-feira (4), a reclamação de um pai do Cmei Leonardo Chevinski sobre uma possível aglomeração de pessoas e vendas ocorrendo no interior da unidade.
A Semed procurou a direção do Cmei, que confirmou que realmente ocorreu venda interna de produtos para servidores.
A diretora recebeu orientações da Semed acerca desta situação e a mesma se prontificou a retomar com a equipe tanto a portaria que trata sobre a proibição de vendas internas, como a portaria sobre as medidas sanitárias de enfrentamento ao Coronavírus.
Quanto à possível aglomeração, a diretora negou, fato que pôde ser comprovado pelas câmeras de segurança.
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