
EUA apreendem dois navios que transportariam petróleo da Venezuela
A Guarda-Costeira dos Estados Unidos apreendeu dois navios-petroleiros na manhã desta quarta-feira (7). Segundo autoridades do país, as duas embarcações foram interceptadas em águas internacionais, em cumprimento......
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Por CGN

A Guarda-Costeira dos Estados Unidos apreendeu dois navios-petroleiros na manhã desta quarta-feira (7). Segundo autoridades do país, as duas embarcações foram interceptadas em águas internacionais, em cumprimento a um mandado judicial emitido por um tribunal federal estadunidense, por violarem sanções comerciais impostas pelos EUA.
Antes registrado com o nome Bella I, o Marinera passou semanas sendo perseguido pela Guarda Costeira dos Estados Unidos, conforme informou Kristi. “Este petroleiro vinha tentando fugir da Guarda Costeira há semanas, até mesmo mudando sua bandeira e pintando um novo nome no casco, em uma tentativa desesperada e fracassada de escapar”, afirmou a secretária em um texto publicado nas redes sociais.
Também nas redes sociais, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, reafirmou que o bloqueio à comercialização de petróleo venezuelano “sancionado e ilícito permanece em pleno efeito, em qualquer lugar do mundo”. “Os Estados Unidos continuam a impor o bloqueio contra todos os navios fantasmas que transportam, ilegalmente, petróleo venezuelano para financiar atividades ilícitas, roubando do povo venezuelano. Somente o comércio de energia legítimo e legal – conforme determinado pelos EUA – será permitido”, escreveu.
Segundo a agência de notícias Reuters, o governo russo classificou a apreensão do Marinera como uma violação do direito marítimo internacional. “De acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de 1982, a liberdade de navegação se aplica em alto-mar, e nenhum Estado tem o direito de usar a força contra navios devidamente registrados nas jurisdições de outros Estados”, informou o Ministério dos Transportes, assegurando que as autoridades russas perderam o contato com o navio após abordagem das forças dos EUA.
Fonte: Agência Brasil
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