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Acabou a festa do Foro de São Paulo na Venezuela?

Maduro caiu, e com ele desmoronou a farsa do socialismo bolivariano — resta saber quem mais cai junto....

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Por Redação CGN

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É difícil acreditar, mas está acontecendo. Enquanto o mundo assiste ao fim de um dos regimes mais cruéis da América Latina, há quem chore pelo ditador. Gritam “invasão”, protestam contra os EUA, posam de defensores da soberania… Mas onde estavam quando o povo venezuelano foi forçado a comer do lixo? Onde estavam quando milhões fugiram a pé pelas fronteiras, carregando filhos nos braços e cicatrizes na alma?

Chamam de “invasão” a prisão de Nicolás Maduro, como se ele fosse um presidente legítimo. Não era. Era um tirano, sustentado por milícias, tráfico de drogas e alianças sombrias com potências autoritárias. Seu regime destruiu a economia mais promissora da América do Sul e espalhou sofrimento em massa. A Venezuela foi saqueada, não por estrangeiros, mas por traidores internos e seus cúmplices internacionais.

E é aí que a denúncia precisa ser feita: parte da esquerda latino-americana não apenas se calou, como flertou e, quem sabe, até se beneficiou desse caos. São conhecidas as ligações entre o chavismo e o narcotráfico — o chamado “Cartel de los Soles” — e há fortes indícios de que recursos ilícitos possam ter alimentado campanhas políticas fora da Venezuela, inclusive no Brasil. Provas diretas são difíceis, é claro, mas as conexões ideológicas e estratégicas são escancaradas. E o silêncio cúmplice diante do sofrimento venezuelano também fala por si.

O que esperavam agora? Que Maduro morresse no poder? Que as crianças continuassem desnutridas? Que os exilados nunca pudessem voltar para casa? Chega! A Venezuela não é quintal ideológico de ninguém. E a liberdade do povo venezuelano vale mais do que qualquer narrativa conveniente.

A verdade é que a prisão de Maduro por forças dos EUA trouxe esperança a milhões, dentro e fora da Venezuela. E se há uma “invasão” a ser condenada, foi aquela promovida pelo Chavismo — que se infiltrou no país fazendo promessas populistas e que só levou o povo a miséria.

Chamar de “golpe” ou “intervenção imperialista” a queda de um tirano é um insulto à memória das vítimas do chavismo. E revela o cinismo de quem prefere ver o povo sofrendo a perder o controle político e ideológico sobre a região.

Chega de romantizar ditadores. Chega de blindar tiranos em nome de um “anti-imperialismo” hipócrita. O povo venezuelano não precisa de slogans, precisa de justiça, reconstrução e liberdade.

Viva a Venezuela livre!

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