
Argentina restringe imigração de venezuelanos ligados a Maduro
O Ministério de Segurança Nacional da Argentina informou em nota, neste sábado (3), que o país passou a adotar novas medidas de imigração. Funcionários, membros das......
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Por CGN
O Ministério de Segurança Nacional da Argentina informou em nota, neste sábado (3), que o país passou a adotar novas medidas de imigração. Funcionários, membros das forças armadas e empresários associados ao regime de Nicolás Maduro passam a ter a entrada no país restrita.
De acordo com o comunicado, as novas disposições estabelecem restrições a associados ao regime a fim de “impedi-los de usar a Argentina como refúgio”. “A Argentina não concederá asilo a colaboradores do regime de Maduro”, acrescenta o texto.
Após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, o presidente da Argentina, Javier Milei, em comunicado oficial, disse celebrar “a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por parte do governo dos Estados Unidos da América”. Ele classificou o papel da Venezuela no continente como “inimigo da liberdade” e fez uma comparação com Cuba dos anos 1960.
Entenda
O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste fim de semana marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.
Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.
O governo de Donald Trump estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem Maduro à prisão.
Fonte: Agência Brasil
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