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Imagem referente a Onça-parda é resgatada em fazenda no Paraná e passa por avaliação veterinária
Foto: Reprodução/HV UniFil

Onça-parda é resgatada em fazenda no Paraná e passa por avaliação veterinária

Segundo as informações apuradas, o dono da propriedade vinha registrando ataques frequentes a frangos e decidiu montar a armadilha para tentar conter o felino. Após o...

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Por CGN Redação

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Imagem referente a Onça-parda é resgatada em fazenda no Paraná e passa por avaliação veterinária
Foto: Reprodução/HV UniFil

Uma onça-parda foi resgatada na manhã deste domingo (28) em uma propriedade rural no município de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná. A ação foi realizada por equipes da Polícia Ambiental em conjunto com o Hospital Veterinário da UniFil, após o animal ficar preso em uma armadilha instalada pelo proprietário da fazenda.

Segundo as informações apuradas, o dono da propriedade vinha registrando ataques frequentes a frangos e decidiu montar a armadilha para tentar conter o felino. Após o resgate, a onça — uma fêmea jovem, com cerca de oito meses de idade e 18 quilos — foi sedada e encaminhada ao Hospital Veterinário da UniFil, em Londrina, onde passou por exames clínicos detalhados.

De acordo com a médica-veterinária Daniele Martina, coordenadora do Hospital Veterinário e do Centro de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS), os resultados dos exames, que incluíram ultrassom, raio-X e análises de sangue, indicaram que o animal está em boas condições de saúde. “A onça encontra-se dentro dos parâmetros normais e deverá ser devolvida ao seu habitat natural nos próximos dias”, informou.

Ainda conforme a coordenadora, somente neste ano o Hospital Veterinário da UniFil já acompanhou o resgate e tratamento de nove onças-pardas. Destas, sete já foram reintroduzidas à natureza, uma segue em fase final de recuperação com soltura prevista para o início de 2026, e a outra é a fêmea resgatada em Ribeirão Claro. “Todas foram salvas graças à estrutura adequada e ao empenho da equipe especializada do hospital”, destacou Daniele.

O caso foi comunicado à Diretoria de Patrimônio Natural do Instituto Água e Terra (IAT), que ficará responsável por definir o local mais adequado para a soltura do animal. A ação contou ainda com a participação do sargento Douglas e demais policiais ambientais, além da médica-veterinária Isadora e dos estagiários Pablo e Gabriela, do Hospital Veterinário da UniFil.

Fonte: JNN

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