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Foto: ARQUIDIOCESE DE CASCAVEL

Igreja Católica: Grande celebração marca encerramento do Ano Jubilar em Cascavel

A solenidade foi ainda mais significativa por conceber a ordenação dos seis primeiros diáconos permanentes da história da Arquidiocese, momento considerado histórico para a Igreja local....

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Por CGN Redação

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Igreja Católica: Grande celebração marca encerramento do Ano Jubilar em Cascavel

Uma grande celebração religiosa marcou o encerramento do Ano Jubilar na Arquidiocese de Cascavel neste domingo (28), data em que a Igreja celebrou a Festa da Sagrada Família. Milhares de fiéis de toda a região arquidiocesana participaram da Santa Missa presidida pelo arcebispo Dom José Mário Scalon Angonese, no Centro de Convenções e Eventos de Cascavel.

A solenidade foi ainda mais significativa por conceber a ordenação dos seis primeiros diáconos permanentes da história da Arquidiocese, momento considerado histórico para a Igreja local. Familiares dos ordenandos, autoridades religiosas e civis acompanharam a celebração, entre elas o prefeito de Cascavel, Renato Silva, o presidente da Câmara de Vereadores, Tiago Almeida, e o deputado estadual Márcio Pacheco.

Desde as primeiras horas do dia, fiéis foram acolhidos no local para vivenciar este momento de fé, comunhão e gratidão. O encerramento do Ano Jubilar ocorreu simultaneamente nas Igrejas Particulares de todo o mundo, reforçando a dimensão universal do Ano Santo.

O Jubileu, tradicionalmente, representa para a Igreja um tempo de profunda renovação espiritual, eclesial e social. Conforme recordou Dom José Mário, citando o papa Leão XIV, “o fiel e santo povo de Deus viveu esse ano como um dom especial de graça, caracterizado pelo perdão dos pecados e, em particular, pela indulgência, expressão plena da misericórdia de Deus”.

Ao longo do Ano Jubilar, a Arquidiocese de Cascavel promoveu peregrinações e jubileus mensais específicos, possibilitando que os fiéis buscassem a indulgência e aprofundassem sua vivência da fé. Na homilia, Dom José Mário destacou que o encerramento do jubileu vai além de um gesto simbólico. “Encerrar o jubileu não é apenas fechar uma porta; é assumir um estilo de vida conforme Jesus de Nazaré, que nos convida a caminhar como peregrinos: olhar para frente com fé, reconhecer as feridas do mundo sem perder a coragem e crer em Deus que escreve a história conosco”, afirmou.

O arcebispo também ressaltou o significado da Festa da Sagrada Família, apresentada como modelo de humanidade e fé para os cristãos. Segundo ele, o livro do Eclesiástico mostra a família como o primeiro espaço de aprendizagem do amor, do respeito e do cuidado mútuo. “É uma visão realista, não idealizada, que destaca a honra, a paciência e a atenção aos mais frágeis. A família é lugar de santidade cotidiana: ninguém nasce pronto; todos aprendem no caminho”, concluiu.

A celebração encerrou oficialmente o Ano Jubilar na Arquidiocese, deixando como legado o convite à conversão permanente, à vivência da misericórdia e ao compromisso com uma fé vivida no cotidiano.

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