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Caso Marina Harkot: TJ-SP decide pela prisão imediata de motorista que matou ciclista em 2020

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Os três desembargadores da 11ª Câmara de Direito Criminal do TJ de São Paulo atenderam ao pedido do Ministério Público paulista e determinaram a prisão imediata do empresário.

Por Agência Estado

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) confirmou na manhã desta quarta-feira, 5, a condenação de José Maria da Costa Júnior a 13 anos de prisão pela morte da ciclista Marina Kohler Harkot, em novembro de 2020. A reportagem tenta contato com a defesa dele.

Os três desembargadores da 11ª Câmara de Direito Criminal do TJ de São Paulo atenderam ao pedido do Ministério Público paulista e determinaram a prisão imediata do empresário. Os magistrados rejeitaram o pedido do MP para aumentar a pena de Costa Júnior de 13 para 18 anos. E negaram o pedido da defesa do motorista para anular o julgamento de janeiro deste ano. A decisão será encaminhada a 5ª Vara do Júri para se expedido o mandado de prisão contra o empresário. Ele deverá cumprir 12 anos de prisão em regime fechado e um ano em regime aberto.

De acordo com os autos, o réu trafegava em alta velocidade pela Avenida Paulo VI, após ingerir bebida alcoólica, quando colidiu com a vítima, que estava na mesma via, de bicicleta, no dia 8 de novembro de 2020. Após o acidente, o motorista fugiu sem prestar socorro. A jovem chegou a ser socorrida por médicos que passavam pelo local, mas não resistiu aos ferimentos. Marina era socióloga e estudava ciclomobilidade e questões de gênero.

A identificação do carro foi possível graças à policial testemunha, que anotou a placa do veículo. Depois, a polícia confirmou por meio de câmeras que aquele veículo circulava pela região no horário do ocorrido.

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