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Imagem referente a Organização criminosa armada de caráter nacional é alvo do Gaeco em Cascavel, Londrina e São José dos Pinhais
Imagens: Divulgação Ministério Público/GAECO

Organização criminosa armada de caráter nacional é alvo do Gaeco em Cascavel, Londrina e São José dos Pinhais

Ao todo, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. As ordens judiciais são...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Organização criminosa armada de caráter nacional é alvo do Gaeco em Cascavel, Londrina e São José dos Pinhais
Imagens: Divulgação Ministério Público/GAECO

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou, nesta quinta-feira, 30 de outubro, a Operação Blut. A ação tem como objetivo apurar a atuação de integrantes de uma organização criminosa armada de caráter nacional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. As ordens judiciais são executadas nos municípios de São José dos Pinhais, Cascavel e Londrina.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de bens – incluindo dinheiro, veículos e imóveis – que totalizam aproximadamente R$ 12 milhões. Os bloqueios visam impedir o uso de recursos provenientes de atividades ilícitas pela organização investigada.

As investigações apuram, além do crime de organização criminosa, os delitos de lavagem de dinheiro, associação e tráfico de drogas. Segundo informações do Ministério Público, os alvos dos mandados estão ligados à liderança responsável pelo gerenciamento das atividades financeiras da facção criminosa, atualmente custodiada em presídio federal.

Imagens: Divulgação Ministério Público/GAECO

Atualização às 15h40 do dia 30/10/2025

A empresa Monte Carlo Whiskeria Ltda. (Boate Playwoman) entrou em contato com a CGN, solicitando espaço para divulgar esclarecimentos sobre o procedimento realizado pelo GAECO nas dependências da boate.

Esclarece-se que não houve mandado de busca e apreensão, inquérito ou qualquer procedimento investigativo instaurado contra o estabelecimento ou sua proprietária. O estabelecimento atua de forma legalizada e NÃO É ALVO da investigação, não houve apreensão ou bloqueio relacionado à Empresa Notificante ou sua proprietária. Os policiais procuravam um homem acusado de tráfico havia passado pelo estabelecimento, não guardando relação com a atividade comercial da empresa.

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