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“Organização criminosa voltada ao tráfico que, eventualmente, praticava homicídios como represália”, afirma delegado

A investigação revelou que o crime foi executado por três atiradores e um motorista, todos integrantes de uma organização criminosa atuante no tráfico de drogas....

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Por Fábio Wronski

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“Organização criminosa voltada ao tráfico que, eventualmente, praticava homicídios como represália”, afirma delegado

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu nesta semana a investigação sobre o homicídio de Patrick Bernardes Beviláqua, conhecido como “Pepa”, ocorrido em 28 de agosto de 2024, no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. A apuração foi conduzida pela 4ª Delegacia de Homicídios da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), sob responsabilidade do delegado Victor Menezes.

Segundo Menezes, a investigação revelou que o crime foi executado por três atiradores e um motorista, todos integrantes de uma organização criminosa atuante no tráfico de drogas. “Tratava-se de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e que, eventualmente, praticava homicídios tanto como represália por não pagamento de dívidas, quanto também por disputa de território no tráfico de drogas”, afirmou o delegado.

Os três criminosos diretamente envolvidos no homicídio de Beviláqua já foram presos. Menezes destacou a importância da colaboração da comunidade local para o enfrentamento ao grupo criminoso e solicitou que informações sobre a organização, como localização de armas e drogas, sejam repassadas à polícia por meio do telefone 0800-6431-121.

Durante as investigações, foi constatado que as armas utilizadas no homicídio de Patrick Bernardes Beviláqua também estiveram presentes em outros crimes, incluindo o assassinato de duas mulheres em Pontal do Paraná e o homicídio de Juarez Júnior, ocorrido em Almirante Tamandaré 23 dias antes da morte de Beviláqua.

O delegado ressaltou que o trabalho realizado servirá de base para investigações relacionadas a outros crimes na região metropolitana de Curitiba e no litoral do estado. “Foi uma investigação muito complexa e muito bem embasada, que servirá também de amparo a essas investigações”, concluiu Menezes.

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