
Sem notícias do filho, mãe registra desaparecimento e pede ajuda para encontrá-lo
Segundo Lúcia, Emanuel foi visto pela última vez quando acompanhava o pai até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Tancredo Neves. Desde então, a família...
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Por Paulo Eduardo

Na noite desta segunda-feira (20), Lúcia Brum, mãe de Emanuel Brum Epifânio, de 13 anos, relatou à reportagem o desaparecimento do filho desde o último final de semana.
Segundo Lúcia, Emanuel foi visto pela última vez quando acompanhava o pai até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Tancredo Neves. Desde então, a família não obteve mais informações sobre o paradeiro do adolescente.
Em entrevista, Lúcia afirmou que, ao procurar pela criança, foi informada por uma assistente social da UPA que Emanuel teria sido entregue a uma pessoa desconhecida. “Ela alega que entregou meu filho para uma pessoa desconhecida, que ela não pegou o telefone, não pegou o endereço, nenhuma referência e não fez nenhum ato de documentação sobre isso”, relatou a mãe, demonstrando preocupação com a falta de registros oficiais sobre a saída do adolescente da unidade.
Após notar o desaparecimento, Lúcia buscou registrar um boletim de ocorrência, o que só foi possível na manhã desta segunda-feira, na 15ª Subdivisão Policial de Cascavel. Além disso, ela procurou o endereço do pai de Emanuel, sem sucesso no contato. A Polícia Militar também foi acionada, mas, sem mandado judicial, não pôde adentrar o imóvel para verificar se o adolescente estava no local.
No sábado, Lúcia recebeu um áudio de uma mulher desconhecida, que se identificou apenas como “tia” de Emanuel. “Ela não se identificou, não deu o nome, não deu o telefone, não deu o endereço. Ela falou que estava em posse do Emanuel e que era para eu ficar tranquila, que ela era tia dele. Ela não é tia dele, nós não temos nenhum parente aqui, nenhum vínculo familiar aqui, a não ser o pai, a mãe e duas irmãs dele”, esclareceu Lúcia.
Desde o recebimento do áudio, o telefone de Emanuel encontra-se desligado e não houve mais contato. Lúcia relata que, apesar dos esforços de amigos, escola, conselho tutelar e outros órgãos, nenhuma informação concreta foi obtida até o momento. “A única resposta que eu tive foi uma mensagem de texto, nenhum áudio dele eu tive para saber se o meu filho está bem”, lamentou.
Questionada sobre possíveis suspeitas do paradeiro do filho, Lúcia afirmou não ter qualquer pista. O único nome mencionado foi “Roseli”, sem sobrenome ou outros dados de identificação.
As buscas pelo adolescente continuam, e a família pede apoio para localizar Emanuel Brum Epifânio. Quem tiver informações do paradeiro do jovem deve repassar às forças de segurança pelos telefones 190, 197 e 153.

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