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Justiça do Rio nega pedido do BTG Chile e mantém tutela para Ambipar

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A decisão, proferida hoje pelo desembargador Mauro Pereira Martins, da 21ª Câmara de Direito Privado, rejeitou o pedido do Banco BTG Pactual Chile para suspender os efeitos da tutela concedida pela 3ª Vara Empresarial do Rio no final de setembro, que suspende os pagamentos de dívidas.

Por Agência Estado

A Justiça do Rio de Janeiro manteve a tutela judicial que garante a continuidade da reestruturação financeira da Ambipar, congelando pagamentos de dívidas e execuções pelos credores.

A decisão, proferida hoje pelo desembargador Mauro Pereira Martins, da 21ª Câmara de Direito Privado, rejeitou o pedido do Banco BTG Pactual Chile para suspender os efeitos da tutela concedida pela 3ª Vara Empresarial do Rio no final de setembro, que suspende os pagamentos de dívidas.

O BTG Chile questionou ainda a sede da empresa, que é localizada em São Paulo, mas a companhia recorreu à Justiça do Rio.

Na avaliação do magistrado, os documentos apresentados até o momento indicam, de forma preliminar, que o principal estabelecimento do grupo está localizado no Rio de Janeiro – o que confirma a competência do juízo fluminense para conduzir o processo, de acordo com a decisão.

“Com a manutenção da tutela, permanecem válidas as medidas que suspendem execuções, cobranças e vencimentos antecipados de dívidas contra a Ambipar e empresas relacionadas”, segundo a empresa.

O desembargador também destacou que a suspensão da tutela poderia gerar “prejuízo irreversível à saúde financeira da companhia”, comprometendo a estabilidade de suas atividades e o princípio da preservação da empresa, previsto na legislação brasileira.

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