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Imagem referente a Operação Fake Care escancara esquema de R$ 10 milhões na saúde de Fazenda Rio Grande
Foto: Gaeco

Operação Fake Care escancara esquema de R$ 10 milhões na saúde de Fazenda Rio Grande

A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa voltada à prática de crimes contra a administração pública no setor de saúde do município. Entre os...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Operação Fake Care escancara esquema de R$ 10 milhões na saúde de Fazenda Rio Grande
Foto: Gaeco

O Ministério Público do Paraná (MPPR) deflagrou nesta quinta-feira, 9 de outubro, a Operação Fake Care no município de Fazenda Rio Grande, situado na Região Metropolitana de Curitiba. A ação foi conduzida pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos (SubJur) e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) para o cumprimento dos mandados expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.

A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa voltada à prática de crimes contra a administração pública no setor de saúde do município. Entre os crimes investigados estão corrupção ativa e passiva, contratação direta ilegal, peculato e lavagem de dinheiro, supostamente cometidos por servidores públicos e particulares.

De acordo com as informações divulgadas, a investigação identificou um esquema de contratação direcionada de empresa responsável pelo fornecimento de serviços de testagem domiciliar (testes rápidos) e levantamento estatístico. O modelo utilizado permitia o desvio de recursos públicos, com a participação de servidores públicos do alto escalão, mediante o pagamento de propina. O prejuízo ao erário municipal, apurado até o momento, supera R$ 10 milhões.

Foram expedidos mandados de prisão preventiva contra cinco indivíduos. Além disso, foi determinada a suspensão do exercício da função pública de quatro deles, com o consequente afastamento dos respectivos cargos. O Tribunal de Justiça também autorizou a realização de buscas e apreensões em diversos endereços, incluindo residências, gabinetes na prefeitura e sedes de escritórios, tanto em Curitiba quanto em Fazenda Rio Grande.

Em razão de sigilo legal determinado judicialmente, os nomes dos envolvidos e outros detalhes da investigação não foram divulgados. Segundo o Ministério Público, tais informações serão tornadas públicas assim que o decreto de sigilo for afastado.

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