
Empresa de segurança armada nega envolvimento em operação da Polícia Federal e emite nota oficial
No documento, assinado por Antonio Soares dos Santos, procurador da empresa, a instituição afirma ser “entidade idônea, constituída sob os ditames da legislação brasileira, com atuação...
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Por Diego Cavalcante

A empresa de segurança citada em reportagens sobre a Operação Escolta Ilícita, deflagrada nesta terça-feira (7) pela Polícia Federal, divulgou uma nota pública de esclarecimento para negar qualquer envolvimento em atividades ilegais e reforçar a idoneidade de suas operações.
No documento, assinado por Antonio Soares dos Santos, procurador da empresa, a instituição afirma ser “entidade idônea, constituída sob os ditames da legislação brasileira, com atuação transparente e em plena conformidade com os princípios da legalidade, moralidade, publicidade e boa-fé objetiva”, conforme a Constituição Federal e o Código Civil.
A nota destaca que as atividades da empresa são fiscalizadas e auditadas regularmente pelos órgãos competentes, e que ela mantém plena regularidade fiscal, trabalhista, contábil e operacional, possuindo todos os registros e licenças exigidos pelos entes públicos.
O texto também repudia “qualquer tentativa de vinculação indevida” à prática de crimes e ressalta que qualquer associação equivocada ou menção difamatória à empresa configura afronta à sua honra e reputação institucional, podendo resultar em medidas judiciais.
“A empresa repudia veemente qualquer tentativa de vinculação indevida, reafirmando seu compromisso histórico com a ética empresarial, o cumprimento das leis, a transparência nas relações comerciais e o respeito irrestrito às autoridades e instituições públicas”, diz um trecho da nota.
Por fim, a empresa informa que seu corpo jurídico foi acionado para adotar medidas administrativas, extrajudiciais e judiciais cabíveis, e que permanece à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos necessários.
A Operação Escolta Ilícita, deflagrada pela Polícia Federal em Cascavel e Francisco Beltrão, investiga o suposto uso de veículos de escolta armada em atividades de descaminho desde 2021.

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