Justiça dá razão a moradora de Cascavel que lutou contra cobrança indevida do Nubank
Mesmo com decisão judicial anulando a dívida, banco continuou a cobrança e manteve nome da cliente em plataformas como o Serasa...
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Por Redação CGN
Você já imaginou vencer um processo na Justiça e, mesmo assim, continuar sendo cobrado por uma dívida que não é sua? Foi exatamente isso que aconteceu com uma moradora de Cascavel, que acabou sendo indenizada em R$ 10 mil após uma longa batalha contra o Nubank.
Dívida já tinha sido considerada fraude
Tudo começou quando ela teve seu nome envolvido em um caso de fraude e entrou na Justiça, conseguindo uma decisão que reconheceu que a dívida não existia. Porém, mesmo com a sentença favorável, o banco continuou a mandar e-mails cobrando e manteve a dívida ativa no Serasa Limpa Nome e no sistema do Banco Central, como se nada tivesse acontecido.
Juíza critica atitude do banco
Na sentença publicada nesta semana, a juíza Cíntia Graeff, do 1º Juizado Especial Cível de Cascavel, foi clara: o banco desrespeitou uma ordem judicial e agiu de forma abusiva. Ela destacou que a cliente foi forçada a voltar à Justiça para fazer valer um direito que já tinha conquistado, o que causou sofrimento e sensação de impotência.
Indenização e ordens à empresa
A decisão determinou que o Nubank retire imediatamente todas as cobranças e registros da dívida e ainda pague R$ 10 mil de indenização por danos morais. O pedido para recuperar o score do Serasa não foi aceito, já que a empresa não fazia parte do processo.
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