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Caso Isabelly: Nova audiência é marcada para janeiro de 2026 onde madrasta deverá ser ouvida

De acordo com o advogado da família da vítima, Alexsander Beilner, cinco testemunhas foram ouvidas durante a audiência, que teve duração prolongada devido à complexidade dos...

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Por Allan Machado

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Caso Isabelly: Nova audiência é marcada para janeiro de 2026 onde madrasta deverá ser ouvida

A investigação sobre a trágica morte da menina Isabelly de Oliveira Assumpção deu mais um passo nesta terça-feira (30), com a realização de uma audiência de instrução no Fórum da Justiça Estadual, em Cascavel, às 13h30. A sessão foi marcada por depoimentos extensos e considerados cruciais para o andamento do processo que finalizou por volta das 18h.

De acordo com o advogado da família da vítima, Alexsander Beilner, cinco testemunhas foram ouvidas durante a audiência, que teve duração prolongada devido à complexidade dos relatos. Diante disso, o juiz responsável agendou uma nova audiência para o dia 21 de janeiro de 2026, às 9h, quando mais testemunhos devem ser colhidos. A madrasta não foi ouvida nesta terça-feira (30) e será ouvida apenas em janeiro.

Essa fase do processo é determinante para a consolidação das provas já apuradas.

Denúncia

O Ministério Público do Estado do Paraná denunciou Suzana pelo homicídio qualificado da enteada, crime que ocorreu no dia 7 de maio de 2022.

Segundo a denúncia apresentada à 1ª Vara Criminal do município, a acusada teria agido com dolo eventual ao provocar a morte da criança por afogamento dentro de uma máquina de lavar roupas. O fato aconteceu em um apartamento localizado na Rua Manaus, no Bairro Country, em Cascavel.

De acordo com as investigações, Suzana teria colocado um banco em frente à máquina de lavar cheia de água, depositado brinquedos dentro do eletrodoméstico e posicionado a criança sobre o banco. Em seguida, deixou a menina sozinha no local, resultando em sua queda e consequente afogamento. O laudo de necropsia confirmou que a causa da morte foi asfixia mecânica por afogamento.

A Promotoria aponta que o crime foi motivado por ciúmes e sentimento de posse, uma vez que a acusada acreditava que a presença da criança atrapalhava o relacionamento dela com o pai da vítima, Alex dos Santos Assumpção.

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