
Padrasto que manteve enteada em cárcere e a estuprou por 22 anos no Paraná
O suspeito foi preso em flagrante no dia 16 de setembro, pelos crimes de estupro, cárcere privado e perseguição. Durante a operação, policiais civis apreenderam câmeras...
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Por Fábio Wronski

A Polícia Civil do Paraná indiciou um homem suspeito de manter a enteada em cárcere privado por 22 anos e de estuprá-la reiteradamente em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. O inquérito policial, concluído e encaminhado ao Ministério Público do Paraná, aponta que o investigado cometeu sete crimes: perseguição, causar dano emocional, estupro, estupro de vulnerável, cárcere privado qualificado, constrangimento e filmar conteúdo de ato sexual sem autorização.
O suspeito foi preso em flagrante no dia 16 de setembro, pelos crimes de estupro, cárcere privado e perseguição. Durante a operação, policiais civis apreenderam câmeras utilizadas para monitorar a vítima, além de vídeos dos abusos armazenados no celular do padrasto.
Segundo o delegado Eduardo Kruger, responsável pela investigação, foram recolhidos diversos objetos que o suspeito utilizava ou fazia outros homens utilizarem na vítima durante os abusos. Em depoimento, a mulher relatou que, até os 14 anos, foi vítima de pelo menos 50 abusos cometidos pelo agressor.
O caso agora está sob análise do Ministério Público do Paraná, que irá decidir sobre o oferecimento de denúncia criminal contra o acusado, com base nos elementos reunidos pela investigação policial.
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