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Imagem referente a Associação LGBTQIAPN+ pede revisão da execução penal do casal Nardoni e aponta doença mental
Foto: Reprodução

Associação LGBTQIAPN+ pede revisão da execução penal do casal Nardoni e aponta doença mental

De acordo com o presidente da entidade, Agripino Magalhães, além de espalharem medo no condomínio de luxo em que vivem hoje, na capital paulista, o casal também levaria...

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Por Isabella Chiaradia

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Imagem referente a Associação LGBTQIAPN+ pede revisão da execução penal do casal Nardoni e aponta doença mental
Foto: Reprodução

A Associação do Orgulho dos LGBTQIAPN+ impetrou um mandado de segurança junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) solicitando uma revisão da execução penal envolvendo o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Os dois foram condenados pelo assassinato de Isabella Nardoni, que morreu em 2008 após ser jogada da janela.

De acordo com o presidente da entidade, Agripino Magalhães, além de espalharem medo no condomínio de luxo em que vivem hoje, na capital paulista, o casal também levaria um estilo de vida incompatível com sua situação financeira, sugerindo algum tipo de crime. A associação também aponta que os dois podem apresentar alguma doença mental.

Entenda

A coluna Fabia Oliveira teve acesso ao documento com exclusividade. O texto pede o retorno do casal para o regime fechado até que a associação consiga ter acesso aos autos envolvendo a condenação de Alexandre e Anna Carolina e até que Justiça consiga analisar via processo administrativo quem ou o que sustenta o estilo de vida dos criminosos.

No documento, a entidade afirma que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá vivem em um apartamento de luxo avaliado em mais de R$ 3 milhões e que estariam levando medo aos moradores do condomínio. Os vizinhos temem, segundo o texto, que o casal possa cometer crimes contra outras crianças.

A associação também afirma que Alexandre “finge estar trabalhando na construtora do pai”, Antônio Nardoni. No documento, a entidade sugere que a atual situação dos criminosos é incompatível com o estilo de vida do casal.

“Note-se que se desconhece a origem do dinheiro que banca o apartamento, o condomínio, o imposto e o padrão social elevado do preso”, diz o texto, sugerindo que o casal possa estar cometendo certos tipos de crimes financeiros.

Problemas mentais

O documento ressalta, ainda, que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá podem ser portadoras de alguma doença mental e que, por isso, representam perigo à sociedade, solicitando a revisão da execução penal.

“Tudo isso demonstra o temor dos impetrantes em manter os elementos residindo em local que não tem condições econômicas para morar, que teme-se o que realmente estão fazendo na rua, que teme-se que sejam portadores de doenças mentais que permitiram que matem crianças e as jogue da janela, e principalmente que estejam causando e colocando em risco a sociedade obreira.”

Vale lembrar que, no começo do mês, moradores do bairro de Santana, na zona norte de São Paulo, criaram um abaixo-assinado para expulsar o casal Nardoni da região. Vizinhos de Ana Carolina Jatobá e Alexandre reuniram assinaturas e protocolaram um documento no Ministério Público pedindo a mudança imediata dos dois, que foram condenados pelo assassinato de Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008.

Fonte: Metrópoles

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