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Gaeco flagra comandante da PM recebendo propina para fechar contratos

Segundo informações do Gaeco, as investigações tiveram início em setembro de 2024, após o núcleo de Maringá receber denúncia sobre a possível prática de diversos crimes...

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Por Fábio Wronski

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O Ministério Público do Paraná, por meio dos Núcleos Regionais de Maringá e de Umuarama do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apresentou denúncia por corrupção passiva contra um policial militar investigado na Operação Zero Um, deflagrada em maio deste ano. O agente, que ocupava o cargo de comandante da 3ª Companhia Independente da Polícia Militar de Loanda, é acusado de utilizar sua posição para exigir e obter vantagens indevidas (propinas) em benefício próprio.

Segundo informações do Gaeco, as investigações tiveram início em setembro de 2024, após o núcleo de Maringá receber denúncia sobre a possível prática de diversos crimes militares envolvendo um oficial superior da Polícia Militar do Paraná e soldados da corporação. Com o avanço das apurações, foram reunidas evidências que indicam a atuação sistêmica do comandante na cobrança e recebimento de propinas.

A denúncia, protocolada em 10 de setembro e aceita pelo Juízo no dia 15 do mesmo mês, detalha dez episódios de exigência de valores ilícitos de representantes de pessoas jurídicas que mantinham contratos de prestação de serviços com a Companhia. Parte das cobranças ocorreu durante a realização do 3º Torneio de Pesca da Companhia, ocasião em que a empresa responsável pelo fornecimento das camisetas do evento foi obrigada a repassar um percentual dos valores arrecadados com as vendas para a conta bancária do comandante, sob o pretexto de financiar benfeitorias nas instalações da corporação.

Além disso, a investigação comprovou que houve exigência de propina em outras situações, vinculadas ao fechamento de contratos de prestação de serviços para a corporação. O policial militar denunciado foi preso preventivamente na primeira fase da Operação Zero Um e atualmente cumpre prisão domiciliar.

O Ministério Público segue apurando o envolvimento de outros possíveis participantes nos esquemas ilícitos, reforçando o compromisso com o combate à corrupção no âmbito da segurança pública do estado.

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