
‘Sangramento abdominal e paradas cardiorrespiratórias’, médico detalha quadro grave de vítima de acidente no Parque Verde
Com forte contusão no tórax, jovem é socorrido pelo Siate após colisão entre carro e moto no Parque Verde O médico Clederson Bitencourt, do Corpo de Bombeiros,...
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Por Fábio Wronski
Na manhã desta quarta-feira (17), um grave acidente de trânsito mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros no Bairro Parque Verde, em Cascavel. A colisão, envolvendo um Jeep Renegade e uma motocicleta, ocorreu no cruzamento das ruas Álamo e Araucária. O impacto deixou um jovem de 23 anos em estado grave, exigindo intervenção imediata dos socorristas.
O médico Clederson Bitencourt, do Corpo de Bombeiros, detalhou à imprensa o atendimento prestado à vítima. Segundo Bitencourt, o rapaz foi encontrado consciente, conversando com a equipe, embora apresentasse sinais de contusão na perna e abdome. “Na chegada da guarnição, já observaram que ele tinha alguns sinais de choque. Aí acionaram a nossa equipe médica, nós já deslocamos até o local”, relatou o médico.
Durante a avaliação inicial, já dentro da ambulância, os socorristas identificaram sinais de sangramento ativo na cavidade abdominal da vítima. “Foi feita as medidas lá pra poder estabilizar a vítima, pra poder transportar pro hospital com segurança e estável”, explicou Bitencourt. No entanto, durante o deslocamento ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), o jovem sofreu uma parada cardiorrespiratória, possivelmente causada pelo sangramento interno.
A equipe médica atuou de forma intensiva por cerca de 40 minutos, realizando massagem cardíaca e compressões para reverter o quadro. “Graças a Deus a gente conseguiu reverter a parada cardiorrespiratória. Trouxemos ele pro HUOP, onde ele foi recebido pela equipe já prontamente”, afirmou o médico.
Ao chegar à porta do hospital, o paciente apresentou uma nova parada cardiorrespiratória, exigindo nova intervenção dos bombeiros. Segundo Bitencourt, o corpo do jovem ainda estava em processo de retorno das funções vitais, o que aumenta o risco de colapso. “A gente tem que fazer algumas medidas pra tentar manter o equilíbrio do corpo. O hospital cedeu pra gente algumas medicações, que neste caso ajudariam no desfecho dele”, disse.
O médico destacou que a juventude e o histórico saudável do paciente são fatores que podem favorecer a recuperação, mas ressaltou a gravidade do quadro. “Agora é fazer sangue, identificar a lesão, torcer pra que ele sobreviva. E se tiver uma lesão que seja compatível com a vida e tem que operar, aí é cirurgia”, concluiu Bitencourt.
O estado de saúde do jovem permanece grave e ele segue sob cuidados intensivos no HUOP.
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