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Haitong: média dos núcleos acelera a 0,10% no IPCA-15 de julho (0,01% em junho)

O cálculo do Haitong para a média dos núcleos considera o conjunto de medidas que o BC passou a acompanhar a partir do Relatório Trimestral de...

Publicado em

Por Agência Estado

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A média dos núcleos do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ganhou tração e subiu 0,1% em julho, após alta de 0,01% em junho, nas contas do economista-chefe do Haitong, Flávio Serrano. A alta foi menos intensa do que previa o mercado. A mediana do levantamento Projeções Broadcast indicava elevação de 0,18% para a média das medidas de núcleos, a partir de 11 estimativas de 0,11% a 0,23%. A elevação do IPCA-15 cheio, de 0,30%, também ficou aquém do consenso de mercado, de 0,51%.

O cálculo do Haitong para a média dos núcleos considera o conjunto de medidas que o BC passou a acompanhar a partir do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de junho. Neste grupo, o IPCA Ex-0 teve variação nula (0,0%), após queda de 0,1% em junho, e o IPCA Ex-3 recuou 0,15%, depois de ceder 0,08% em junho.

O IPCA-MS, núcleo de médias aparadas com suavização, acelerou. O grupo teve alta de 0,13% em julho, após 0,08% em junho, de acordo com o Haitong. O IPCA-DP, que altera os pesos dos itens que apresentaram maior volatilidade em um período de 48 meses passados, também ganhou tração e subiu 0,19%, após alta de 0,09% em junho.

Completa o conjunto de núcleos acompanhados pelo Banco Central o IPCA-P55 (Percentil-55), que subiu 0,31% em julho após leve alta de 0,06% em junho.

Nas demais aberturas, os preços administrados ganharam força e subiram 1,28%, após variação nula (0,0%) no IPCA-15 de junho. O resultado do grupo ficou aquém do que previa a mediana de mercado, de 1,47%, mas dentro do intervalo do levantamento Projeções Broadcast de 1,19% a 1,71%.

Os preços livres cederam 0,03% em julho, após alta de 0,03% em junho, segundo os cálculos do Haitong. O dado ficou abaixo do consenso de mercado, de alta de 0,19%, e aquém do piso das estimativas, de 0,10% positivo. O teto das projeções era de 0,32%.

Os serviços ganharam força, mas continuaram em terreno negativo, com deflação de 0,06%. Em junho, a queda foi de 0,28%. Para o grupo, a mediana de mercado previa alta de 0,12%, a partir de um intervalo de 0,05% a 0,42%.

Os serviços subjacentes, mais sensíveis ao ciclo da atividade econômica, também continuaram em terreno negativo em julho. O grupo cedeu 0,01%, após queda de 0,03% em junho. A mediana de mercado sinalizava alta de 0,13% para a abertura, com intervalo de variação nula (0,0%) a alta de 0,18%.

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