
O amor venceu, mas militante prega o ódio com Fiat Mobi
Entre as mensagens escritas pelo proprietário do automóvel estavam declarações como “capitalista bom é capitalista morto” e críticas direcionadas a religiosos, militares e políticos de direita,...
Publicado em
Por Diego Cavalcante

Um episódio inusitado registrado em Manaus ganhou repercussão nacional nos últimos dias e viralizou nas redes sociais. Um veículo Fiat Mobi branco foi flagrado totalmente coberto por cartazes que exibiam frases ofensivas e incitações contra políticos e figuras públicas ligadas à direita brasileira.
Entre as mensagens escritas pelo proprietário do automóvel estavam declarações como “capitalista bom é capitalista morto” e críticas direcionadas a religiosos, militares e políticos de direita, com o apelo para que a população não vote nesses perfis de candidatos. Os cartazes ainda citavam nomes conhecidos, como Jair Bolsonaro, Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato e Marco Feliciano, acompanhados de ofensas e ameaças, incluindo expressões como “merecem pegar muita porrada”.
As imagens rapidamente se espalharam pela internet, gerando reações de indignação e abrindo debates sobre os limites da liberdade de expressão e os riscos do discurso de ódio. Para muitos, o caso expõe uma contradição: enquanto parte da esquerda afirma defender tolerância e democracia, alguns de seus militantes acabam reproduzindo posturas agressivas e violentas contra quem pensa diferente.
A retórica voltada contra religiosos, conservadores e militares também levanta alertas sobre a intolerância política no país. Especialistas apontam que transformar adversários em inimigos a serem eliminados fragiliza a convivência democrática e pode abrir espaço para crimes de ódio.
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