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Estudante de direito perde estágio após desejar morte de deputado

O episódio ocorreu nesta quinta-feira (11), após o estudante afirmar, em comentário online, que torcia pela morte do parlamentar mineiro....

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Por Katiane Fermino

Um estudante de direito foi demitido da empresa onde atuava como estagiário, após ser denunciado publicamente pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes sociais.

O episódio ocorreu nesta quinta-feira (11), após o estudante afirmar, em comentário online, que torcia pela morte do parlamentar mineiro.

Em nota oficial, a empresa Next Generation of Lawyers comunicou o desligamento do estagiário, ressaltando que a conduta do estudante não condiz com os valores da companhia.

“Após averiguar os fatos ocorridos recentemente, anunciamos que Pedro Oliveira não faz mais parte do Next Generation of Lawyers. O Next não tolera ou pactua com qualquer forma de violência”.

Next Generation of Lawyers

Poucas horas após a divulgação do comunicado, o perfil da empresa no Instagram foi desativado.

A manifestação do estudante ocorreu em resposta a uma publicação de Nikolas Ferreira sobre Olavo de Carvalho, falecido em 2022.

O comentário do parlamentar lamentava a morte do ativista norte-americano de direita Charlie Kirk. Em resposta, o estagiário escreveu desejar que Nikolas fosse o próximo a morrer. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do estudante para comentar o caso.

Ações da Polícia Federal

O deputado Nikolas Ferreira tem utilizado suas redes sociais para divulgar ameaças que afirma receber. Em decorrência de uma dessas ameaças, a Polícia Federal (PF) prendeu um estudante acusado de ameaçar matar o parlamentar.

A prisão ocorreu no Espírito Santo, embora as autoridades não tenham divulgado a cidade nem a identidade do detido.

De acordo com a PF, a postagem ameaçadora foi feita na véspera de uma viagem programada de Nikolas ao estado.

A prisão foi realizada após o deputado solicitar a continuidade das investigações e a persecução penal pelo crime de ameaça.

O estudante preso foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em São Mateus (ES), onde foram realizados os procedimentos de Polícia Judiciária.

Além disso, a PF instaurou inquérito para apurar outros fatos relacionados ao investigado, bem como a possível participação de terceiros no crime.

Fonte: Metrópoles

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